NÃO AO ESCÁRNIO

 

A chama do Barradão nunca vai se apagar

A chama do Barradão nunca vai se apagar

“Tu sabes,

conheces melhor do que eu

a velha história.

Na primeira noite eles se aproximam

e roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem:

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

Até que um dia,

o mais frágil deles

entra sozinho em nossa casa,

rouba-nos a luz, e,

conhecendo nosso medo,

arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada”.

 

Este trecho do poema de Eduardo Alves da Costa, erroneamente atribuído, por décadas, ao poeta russo Maiakóvski, serve muito bem para ilustrar a vil e vã estratégia usada pela atual direção do Vitória para mandar os jogos do Leão na velha Fonte Nova.

Primeiro, eles transferiram para lá a partida contra o Mogi Mirim. E as pessoas silenciaram, não disseram nada. Ou pior, aplaudiram. Afinal, era apenas um jogo terça-feira à noite. E, durante a semana, neste horário, era completamente aceitável, até preferível, que o time jogasse num estádio central.

Em seguida, eles marcaram o jogo contra o Payssandu também para a Fonte Nova. E as pessoas silenciaram. Ou pior, aplaudiram. Apesar de não ter mais o argumento do horário, nem do dia (a peleja contra o time paraense será em uma tarde de sábado), a alegação agora era que…qual é mesmo o argumento neste instante? Deve ser algo relacionado com a sorte. Afinal, goleamos lá em nossa última partida. Ou, talvez, dinheiro: “deu um público bom”. Pouco importa. Foi enfiado goela abaixo – e silenciamos. Ou pior. Aplaudimos.

Como desgraça pouca é bobagem, os setoristas esportivos que cobrem as atividades do Clube já informam que os outros próximos quatros jogos, diante do Boa Esporte, Paraná, Náutico e Ceara, também não ocorrerão no Barradão. E o vergonhoso silêncio continua a reinar. Ou pior: ouvem-se as pérfidas palmas.

Sobrou para o nosso Santuário apenas a peleja contra o brioso Luverdense. E, mesmo assim, diante de tantas mudanças, nem este jogo está efetivamente garantido. Aliás, cabe ir mais adiante e questionar: após estas ações nefastas, quem pode garantir que o Barradão, estádio que mudou e marcou de forma indelével nossa HISTÓRIA, não será abandonado de uma vez por todas?

Este meu questionamento, a priori, pode neste momento parecer exagerado, mas não é impertinente, especialmente se levarmos em conta estas atitudes ostensivas de desdém, de menosprezo da atual direção em relação ao Clube, à sua história e à razão principal de sua existência: o torcedor.

Ninguém está sendo consultado sobre nada. Falta, no mínimo, respeito, dignidade e transparência. É um verdadeiro escárnio. E poderá ser ainda pior se nos mantivermos em silêncio. Afinal, assim como no poema que abre este texto, “conhecendo nosso medo, (eles poderão) arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada”.

Por isso e muito mais, enquanto este rouco locutor ainda tiver este fiapo de voz, bradarei contra esta infâmia: NÃO AO ESCÁRNIO!!!

 

P.S Sobre as sacanagens dos cartolas e mumunhas afins, recomendo fortemente este brilhante texto do menino Daniel Cassol

https://esportes.yahoo.com/blogs/futebol-outras-guerras/todo-jornal-que-eu-leio-me-diz-que-a-gente-j%c3%a1-era-115222840.html

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19 Respostas to “NÃO AO ESCÁRNIO”

  1. Pedro Caribé Says:

    Fodz, perdi minha manhã debatendo com torcedor que defende o fim do barradão!

  2. Duilio Camardelli Says:

    Franciel Cruz, O Jornalista e torcedor esportivo do ANO, Parabens, eu sou suspeito de falar isso.

  3. Daniel Says:

    Mais um texto fantástico do fenomenal Franciel,

  4. Leonardo Teixeira Says:

    Franciel, sou seu fã, mas discordo de você no ponto central.

    Pra mim, o grande erro é proceder à tais mudanças sem o debate com a torcida. Já que muitos gostaram da novidade, mas tantos outros se sentiram traídos.

    Acredito que devemos encarar a realidade: nosso querido Barradão está defasado em T O D O S os sentidos. Via Expressa empacada, humilhação pra chegar, chicotada no lombo pra sair, expostos a sol e chuva e lama e barro todo santo jogo. Transporte público horroroso em jogos noturnos.

    É patromônio do clube? Sim. Deve ser jogado fora ou desvalorizado pelo próprio clube? De jeito nenhum. Mas temos que sentar e conversar, no sentido de encontrar uma solução. O Barradão do jeito que está é um desrespeito ao torcedor. Não há como negar que muitos, depois que conheceram e frequentaram a Arena FN, perderam a paciência com o Barradão. Não com o Vitória, não com o clube, não com a história do Santuário, mas com o EQUIPAMENTO Barradão. Quando vamos parar de empurrar com a barriga e reconhecer que o Barradão precisa de uma ampla reforma?

    Nós, torcedores, também merecemos conforto, merecemos estrutura, merecemos um acesso tranquilo ao estádio, bem como uma volta feliz pras nossas casas. Não adianta polarizar o debate entre quem é contra ou a favor como mocinhos e vilões, como sentimentalistas e insensíveis, etc… Ambos os lados têm suas razões.

    Minha opinião pessoal é de que eu gostaria muito que nosso querido Barradão fosse a FN, mas não é. E, cá entre nós, nunca vai ser. Mas que, ao menos, garanta um mínimo de dignidade pro torcedor.

    Quero ter o direito de encarar uma ida ao estádio como uma coisa fácil, e não como uma verdadeira SAGA.

    Quero ter o direito de me sentir mais próximo do campo, de frequentar um equipamento com padrão internacional.

    Que esse erro da diretoria em empurrar goela abaixo esse tema tão delicado, sirva, ao menos, pra forçar um amplo debate entre clube e torcida.

    Eu, que aos poucos fui deixando de ir ao Barradão (por N razões, mas entre elas, sem dúvida o próprio Barradão), gostei de poder empurrar meu time na Arena FN.

    • Franciel Says:

      Leonardo, meu velho, releia o texto. Um dos pontos centrais que critico é exatamente a falta de diálogo com a torcida. É a decisão arbitrária. Ok?
      Quanto às outras partes de seu comentário, concordo com a análise e discordo completamente da sua conclusão. SE as coisas precisam melhorar no Barradão, não vai ser abandonando o estádio que mudou completamente a História do Clube que isso vai acontecer. Ao contrário. É ficando lá e lutando por melhorias.

      Quanto aos números, há controvérsias. A torcida continua, sim, indo, e muito ao Barradão. Nos últimos 5 jogos como mandante, por exemplo, o Vitória, mesmo com toda a evasão de renda, colocou 65.972. Já as sardinhas, na tão propalada velha fonte nova, colocou apenas 43.921.

    • Anderson Says:

      Leonardo permita fazer algumas considerações:
      “Acredito que devemos encarar a realidade: nosso querido Barradão está defasado em T O D O S os sentidos. Via Expressa empacada, humilhação pra chegar, chicotada no lombo pra sair, expostos a sol e chuva e lama e barro todo santo jogo. Transporte público horroroso em jogos noturnos.”

      Concordo que devemos encarar a realidade e sim lutar por sua melhoria. Já foi muito pior já tivemos um acesso muito pior e não foi abandonando que conseguimos uma melhora não ideal ainda mais bastante significativa. Engraçado que eu usaria as mesmas palavras que vc utilizou para relatar o que eu passei naquela POCILGA da arena : humilhação pra chegar, chicotada no lombo pra sair, expostos a sol e chuva(Sim quem assistiu ao jogo pela tv viu que vários e vários torcedores saíram completamente ensopados da chuva) e lama . Transporte público horroroso(já demorei quase 2 horas para chegar a minha residência, isto é um problema de toda a cidade e não de exclusividade do Barradão).

      “Não há como negar que muitos, depois que conheceram e frequentaram a Arena FN, perderam a paciência com o Barradão. Não com o Vitória, não com o clube, não com a história do Santuário, mas com o EQUIPAMENTO Barradão”

      Novamente usarei as mesmas palavras suas para dizer o quanto eu odeio e abomino aquele excremento que é a tal arena que vc tanto vangloria. Muitos, depois que conheceram e frequentaram a Arena FN, não querem mais saber de por os pés naquela bosta, é só ver o que a massa gritava na última terça feira em frente aquele curral (http://arenarubronegra.com.br/noticias/catracas-falham-e-torcida-encara-tumulto-para-entrar-na-fonte-nova/) e eu não sou diferente dos mesmos.

      “Minha opinião pessoal é de que eu gostaria muito que nosso querido Barradão fosse a FN, mas não é. E, cá entre nós, nunca vai ser. Mas que, ao menos, garanta um mínimo de dignidade pro torcedor.”

      Nunca será se todos pensarem como vc que devemos enterrar o Barradão e nos rendermos à aquele antro que como se não bastasse todas as m… acima citadas ainda ridicularizou nosso maior patrimônio que o nosso símbolo. EU PREFIRO LUTAR POR UM BARRADÃO MELHOR DO QUE PAGAR PAU PARA BOSTA DE ARENA E AINDA PAGAR SALÁRIOS DE JOGADORES SARDINHENTOS

  5. Manoel Nunes Junior Says:

    http://globoesporte.globo.com/ba/noticia/2015/08/arena-fonte-nova-estuda-acionar-governo-do-estado-e-dividir-prejuizos.html

  6. Dantas de BH Says:

    Os cegos que me perdoem, mas, o ECV tem que deixar desse complexo de vira-lata, e começar a mandar os seus jogos em um ESTÁDIO, pois, esse campo de treino chamado Barradas, deveria ser usado apenas para treinamento ou no máximo para os jogos das divisões de baixo do clube, afinal, nesses eventos não vai ninguém mesmo.
    Não sei qual é pior e mais vergonhoso, ir ao Barradão ou ver os jogos pela TV. Observem que as cabines de rádio/tv ficam de frente para o sol da tarde, que design mais burro, e o banco dos reservas? Totalmente fora dos padrões aceitáveis, já perceberam a distância até o gramado? E o cimentado onde ficam os torcedores? (arquibancada?) Ahh… pela hóstia. Fala sério, cara.
    Alguém daí já viu alguma transmissão pela tv? Parece iluminação com lampião a querozene.
    Acredito que, o Barradas ainda é utilizado apenas por que oferece acesso fácil para ir e vir, somado à segurança que o soteropolitano possui aí na bela Salvador.

    • Franciel Says:

      Dantas, não entendi seu comentário. Você diz que O Barradão “ainda é utilizado apenas por que oferece acesso fácil para ir e vir, somado à segurança que o soteropolitano possui aí na bela Salvador”.

      Poderia explicar melhor sua argumentação?

    • Anderson Says:

      Eu explico. Isto aí não passa de um sardinhento sem teto e recalcado que está indignado por termos cometido esta bestialidade de irmos jogar naquele antro que acha que é dele e na verdade não tem prioridade nem para festa de batizado de bonecas.
      Logo, sardinhento vai se preocupar com tua sardinha podre e deixa o espaço aqui para a classe pensante do estado o que dá no mesmo que é a nação rubro negra

  7. Emilio Suzart Says:

    Franciel e outros comentaristas:

    Como torcedor desde os tempos de Albertino, Valvir e Elói e outros ( campeões de 57) parabenizo o texto do arguto Franciel e os comentários dos demais .Metendo minha colher de pau vislumbro que se formos competentes possamos aproveitar o debate Barradão X Arena Fonte Nova para tirarmos proveito deste “imbróglio” ( ou ” engrisilha” em bom bahianês) e mudarmos o foco para Barradão E Arena Fonte Nova.
    Cabe aos torcedores e associados não se deixarem cegar pelo simplismo do contra versus a favor e montar na garupa deste cavalo selado .
    De um torcedor que já viu até Ventilador fazer gol no Campo da Graça e que a 15 anos reside em Vitória-ES.

  8. Lucas Rêgo Says:

    Barradão – é nossa casa, lindas recordações como a rua onde passamos a infancia mas a comodidade e a qualidade de vida nos leva a morar mais perto do trabalho, da segurança e do lazer.

    “Nossa” Fonte nova – Nós perdemos a maré da copa, poderíamos ser os donos do estádio da copa, naquela localização central, nos moldes do negocio que o palmeiras fez para ter sua arena, o complexo do Barradão deve valer uns dezenas de milhões na permuta. Construiríamos não somente um estádio mas o principal centro de convenções/hotel e ginásio da cidade.

    Pituaçu – O caminho ideal para o vitoria seria vender o barradão e comprar todo o complexo do estadio de pituaçu onde já foi investido mais de 70 milhões pelo gov. Para um COMERCIO, localização é tudo. Na principal pista da cidade, futuramente com o metro na porta é incomparável.

    Tudo que poderia ser construido na nossa-fonte-nova poderá ser construido em pituaçu. No rebatizado complexo já há campos extra que poderiam virar reais campos de treinamento. Basta olhar no maps e ver as dependencias extras do estadio, piscina e tudo. até cobertura total o estadio poderia ter.

  9. Edson Says:

    ¨ Eram os deuses astronautas¨ ? …………….

  10. David Carnaúba Says:

    Parabéns, Franciel, pelas sempre sábias palavras!

    Você pode até não achar sincero este comentário, por que eu sou tricolor. Mas, não poderia deixar passar em branco.

    O que os dirigentes do futebol baiano, muitas vezes acobertados por parte de uma imprensa indolente, fazem conosco é deplorável, vergonhoso.

    Até acho que vocês podem jogar, dependendo do momento, situação e, principalmente, horário (até porque os aliados administradores desta cidade são outros que não estão nem aí para o povo), sem problema algum. Faz parte! Tem alguns que gostam e precisam ser atendidos também.

    Contudo, deixar de lado um equipamento próprio, construído com muito suor, símbolo de uma era, é um escárnio, um desrespeito a vontade esmagadora de um povo que ama o Barradão.

    Tenho sobrinhos rubro negros. A democracia impera na nossa família, respeitando o direito de todos em torcer para quem bem queira. Todos chateados e com razão.

    Não podemos permitir que uma minoria privilegiada de abutres tracem o destino de uma entidade amada e mantida por milhões!

    Para o bem do nosso futebol!

    Um abraço!

  11. Dantas de BH Says:

    Ilustre, Franciel!
    Você que, possui uma mente privilegiada, flui bastante oxigênio em seus neurônios, certamente sabe diferir uma ironia de uma afirmação verdadeira.
    É evidente que ir ao Barradão, o que não existe é exatamente o conforto, facilidade e muito menos segurança.

    Caríssimo, Anderson!
    Desculpe-me, se essa realidade sobre o Barradas te incomoda. Mas, é a pura verdade. o nosso “estádio” é extremamente modesto para o futebol atual e para as exigências do torcedor minimamente informado.
    Não me queira mal, e acredite, elevo essas cores rubro-negras desde 1972, quando o ECV participou pela primeira vez de um campeonato nacional.
    Não sou de “secar” o outro time , desejo apenas que o Vitória algum dia, seja profissional e nos dê a alegria de nos respeitar.

    Grande abraço!

  12. Franciel Says:

    Dantas, meu velho, entendi. O problema é que os números contradizem sua argumentação.
    Repetindo o que disse para Leonardo Teixeira.
    Nos últimos 5 jogos como mandante no Barradão, por exemplo, o Vitória, mesmo com toda a evasão de renda, colocou 65.972. Já as sardinhas, na tão propalada velha fonte nova, colocou apenas 43.921.

  13. Gutemberg Says:

    Créditos a Irlan Simões:
    Vamos aos números. Levantarei:

    – “público total”, que siginifica quantos estiveram presentes na partida;
    – “SMV”, quantidade de associados que estiveram presentes nos jogos;
    – “Pirus”, ingressos corporativos
    – “renda bruta”, que significa o quanto o torcedor teve que desembolsar;
    – “total de despesas”, que é o valor que deixa de ir ao clube;
    – “renda líquida” valor que realmente entra para o clube.
    __

    Vitória x Santa Cruz – 14/08 – 20a rodada – Estádio Barradão
    Público total: 15.203 presentes
    SMV: 3531 presentes
    Pirus: 969 presntes
    Renda bruta: R$ 349.854,00
    Total das despesas: R$ 134.145,00
    Renda líquida: R$215.708,00
    ___

    Vitória x Mogi Mirim – 15/09 – 26a rodada – Arena Itaipava
    Público total: 16.025 presentes
    SMV: 2638 presentes
    Pirus: 1.492 presentes
    Renda bruta: R$ 417.707
    Total das despesas: R$ 202.361,00
    Renda líquida: R$215.345,00

    ___

    – Pagamos mais e arrecadamos menos.
    – Ainda considerando que o valor do ingresso na Arena Itaipava foi menor do que o praticado no Barradão (!!!!).
    – O ingresso mais barato avulso inteira estava R$40, com direito à meia a R$20, coisa que no Barradão as vezes não ocorre.
    – Pagamos nada menos que R$ 84.694,00 diretamente para o Consórcio, discriminados como “Despesas Operacionais”.
    – Até o valor destinado ao lanche dos PM foi superior.
    – Também foi discriminado um valor maior na confecção de ingressos e custos com os trabalhadores das catracas, que, adivinha, voltaram a dar problema em jogos do Vitória.
    – Mesmo com a gratuidade garantida para o sócio Bronze, o número de associados presentes foi consideravelmente menor na Arena.
    – A pequena diferença do público pode ser medida pela quantidade de “pirus” a mais. Foram mais de 500 ingressos coorporativos além do que há no Barradão.
    – Temos que reconhecer que o público que pagou ingresso foi grande, e é uma parcela da torcida que o clube simplesmente tem ignorado quando se trata de Barradão.
    ___

    Se ainda tem abestalhado tentando convencer você de que vale a pena abandonar o estádio do Barradão para passar a jogar na Arena Itaipava, comece por esses valores.

    Temos imensos problemas a resolver no Barradão e o último deles seria abandoná-lo. Salvador não se restringe mais ao centro e adjacências, muitos torcedores moram na região norte da cidade e também teriam problemas de se deslocar para a Arena.

    Caso o problema ainda seja acesso, o Pituaçu nos comprometeria muito menos com relação aos custos por partida, porque não teriamos que arcar com os valores praticados como “Despesas Operacionais”, que a gente sabe muito bem que é o dinheiro do torcedor que é destinado ao bolso do consórcio.

  14. Sergio Santos Says:

    Sucinto essa temática sua Franciel. Parabéns !

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