BARRADÃO X NOVA FONTE NOVA: UM DEBATE URGENTE E FUNDAMENTAL

POR JEAN GERBASE *

Durante os últimos 2 anos, tem sido recorrente a veiculação de algumas notícias (por vezes desencontradas) acerca do tema “Barradão X Nova Fonte Nova”. Sem dúvida, trata-se de assunto de fundamental relevância para os destinos do E.C.Vitória, o que me motivou a buscar algumas informações e, principalmente, refletir, sobre aquilo que, na minha opinião, é o melhor caminho para o Clube. Assim, chegou a hora de externar meus pontos de vista.

Por óbvio, não quero aqui desmerecer nem refutar as diversas posições a respeito do tema, algumas que, inclusive, considero brilhantes. No entanto, diante de uma certa convergência de opiniões em prol da mudança do nosso mando de campo (o que, confesso, me deixa deveras incomodado; não a mudança em si, mas a convergência do discurso), sinto-me à vontade para fazer o papel de “advogado do diabo”. Além disso, mais do que pertinente, considero necessário buscar sempre o discurso do lado minoritário. Tentar, sempre que possível, mudar o ângulo de visão das coisas. Estabelecer a dialética, o confronto de ideias, essas tolices… O fato é que muito me apraz discutir este tema específico e também defender o meu ponto de vista.

Felizmente, pra sorte dos leitores, não iniciarei este tratado pelo Big Bang. Mas, por uma época próxima. Logo em seguida, no tempo em que eu e muitos outros rubro-negros escalávamos (literalmente, com pés e mãos) os monturos de lixo, nas cercanias do Barradão. Lembro que, às vezes, executávamos a façanha debaixo de muita chuva e completamente no escuro. O curioso é que, dito assim, fica parecendo uma alegoria, força de expressão ou enorme exagero, porém, só quem passou pela insana experiência consegue dimensionar a gravidade da situação. Por certo, ainda remanescem muitas testemunhas daquele período, malgrado possíveis sequelas de leptospirose e afins.

Pois é. Assim era a empreitada e lá íamos nós, torcer para o nosso time. No meu caso, porém, admito, fazia-o muito a contragosto. Maldizia a cada minuto aquela ideia “maluca” de tirar os jogos do Vitória da Fonte Nova. Simplesmente, não me conformava em ter que passar por toda aquela agonia (quem é do tempo do “Pernoitão” lembrará como era edificante o transporte público nas madrugadas soteropolitanas). E o pior: intramuros, dentro de campo, também sofríamos bastante. Então, desde esta época, cansava de ser espinafrado pelos colegas, em discussões (primeiro, presenciais; depois, virtuais), pois sempre fui uma das poucas vozes que defendiam de maneira intransigente a nossa volta para a Velha Fonte… E, nesta toada, muito tempo se passou.

(Pausa para Filosofia de Botequim)

Eu falei “tempo”?… É mesmo, o tempo… esse senhor grisalho, grande comediante. E grande culinarista também. Adora fazer mousse, colocando todas as nossas certezas e convicções dentro do liquidificador e…

(Um Salto no Tempo)

Hoje estamos no século XXI. De lá para cá, nosso Vitória cresceu bastante, sem dúvida. O lixo se foi (ainda nem era chamado de “resíduo sólido”), mas o nosso sofrimento permaneceu. E muito por conta das dificuldades impostas pela lida diária com Federações, Tribunais, Prefeituras, Governos, etc. Porém, eis que, de repente, como num passe de mágica, o Clube passou a ser cogitado para ser “parceiro” deste mesmo Poder Público e de outras entidades não menos capitalistas.

Confesso que estaria aqui sustentando opinião diversa, caso estivesse tratando sobre qualquer país sério, que respeita minimamente as entidades desportivas, os contratos firmados com instituições privadas, etc. Da mesma forma se estivesse tratando de qualquer empresa ou empreendimento não relacionado ao esporte. Todavia, estamos falando de FUTEBOL, que, neste país, infelizmente, não prima por parcerias transparentes, contratos bem escritos, números ou estatísticas bem formuladas. Os ingredientes aqui são: paixões clubísticas, falta de transparência, quilos de politicagem, altas doses de interesses escusos e uma pitadinha de Código Penal, só pra dar o gosto.

Assim, não concordo com a nossa mudança de mando de campo, simplesmente PORQUE ESTAMOS NO BRASIL. Pior: ESTAMOS NA BAHIA, que (vale aqui o batido jargão) “é o Brasil levado às últimas consequências”. Não adianta nos iludirmos. Conhecemos muito bem o modo de fazer política nessa terra e, ao que me consta, nada mudou (nem há indícios de que mudará) pra melhor, em relação ao Vitória.

Sem mudar de assunto, digo que essa Copa do Mundo não era nem para ter vindo pro Brasil. Fomos vencidos pelo interesse no capital político decorrente do evento (o tal “efeito econômico da felicidade”). Agora, eles precisam arranjar alguém pra pagar essa conta. E vão correr atrás disso, ah, isso vão! A Copa é maravilhosa, não é? Pois vejam qual foi a grande herança da África do Sul, passados 2 anos do último evento. Os caríssimos elefantes brancos ficaram por lá, junto com as dívidas astronômicas e a falência de centenas de empresas. Sobre o tema, recomendo a leitura da entrevista do pesquisador sul-africano Eddie Cottle, autor do livro “Copa do Mundo da África do Sul: Um Legado Para Quem?” (disponível em: http://portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-1765234390.pdf). Também recomendo o vídeo esclarecedor: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/1069576-apos-dois-anos-africa-do-sul-ainda-paga-conta-de-estadios.shtml

(Pausa para Diálogo Subliminar)

África do Sul: – E agora, Dona FIFA, o que eu faço com o “legado” que a senhora nos deixou?

FIFA: – Cê conhece Neco?

(Caindo – de cara – na Real)

Senhores, o grande problema, é que o estelionatário, o traficante, o estuprador, não traz escrito na testa a sua real (e péssima) intenção. Muito ao contrário. Eles sempre abordam suas vítimas com uma conversinha bonita, muitos elogios, falsas promessas e garantias mis de um futuro maravilhoso. Lembremos que deste lado do Atlântico, a irresponsabilidade e o fisiologismo é tamanho, que o Governo do Estado da Bahia, mesmo sabendo que a vinda da Copa e a reforma da Fonte Nova seriam inevitáveis, apressou-se em gastar a bagatela de 55 milhões de Reais para reformar (sem licitação) um estádio de futebol, tão somente por conta da vontade pessoal de presentear um pequeno grupo de sem-teto de Lauro de Freitas. Pergunto: se fosse o Vitória, cairia no nosso colo semelhante benesse?

É claro que tudo foi feito dentro da mais completa legalidade. Aliás, jamais vi o Poder Público agir de forma arbitrária ou ilegal. Tudo ocorre sempre dentro da mais lídima conduta e conforme os mais nobres interesses. Lembrei agora de um ditado muito comum no âmbito público: “Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei.” Pois podem ter certeza de que, no momento em que abandonarmos o Barradão, seremos reféns daqueles que, a bem da verdade, jamais esconderam suas preferências pessoais. Em verdade, só o tema “má-vontade para com o Vitória” daria um livro inteirinho. Então, será assim: para o Vitória, a lei (e seus rigores); já para os outros, sobrou… o “tudo”. Isso é que é parceria, hein?

Pois muito bem. Tratarei, agora, de outro ingrediente que considero importantíssimo na referida negociação: da porta para dentro, o Vitória é conhecido por possuir uma gestão trôpega e amadora. Agindo desta forma, não há mudança de estádio que consiga alterar a realidade dos fatos. Se a mentalidade e a forma de administrar o Clube não mudarem, seremos sempre pequenos, mesmo que nos deem de presente o Wembley Stadium ou o Santiago Bernabeu.

Ora, se o valor do aluguel da Fonte Nova é próximo do gasto com a manutenção do Barradão, então, deve-se optar pelo equipamento mais moderno, correto? ERRADO! DEVE-SE, ISTO SIM, PROCURAR DIMINUIR O GASTO EXCESSIVO COM A MANUTENÇÃO. Agora, se continuarmos fazendo, por exemplo, reformas de gramado de 4 em 4 meses (custaram quanto mesmo?), como ocorreu em passado recente, aí realmente ficará difícil… Então, repito: CADÊ A GESTÃO? CADÊ O PROFISSIONALISMO? Mudar de estádio é somente uma maneira de dourar a pílula, posar de moderninho, embolsar um troco e, de forma inconsequente, arriscar-se a assumir problemas que não são nossos. Aí, é afundar de vez e desaparecer.

Outra coisa de que gosto bastante são os chavões de adesão à modernidade; eles são ótimos: “…o mundo muda…”, “…precisamos nos adequar à nova realidade…”, “não podemos perder o bonde da história…”. Engraçado, ninguém fala que o tal “bonde” vai voltar de ré uns 30 anos, ao recolocar na extrema penúria os milhares de habitantes do bairro de Canabrava e adjacências, os quais vivem quase que exclusivamente em função do Barradão. Ué? Responsabilidade social também não é um tema modernoso? Ou será que ele só existe quando não atrapalha os interesses da “zelites”, dos politiqueiros, das empreiteiras e suas obras faraônicas?

Querem ver outra? “…o Barradão é um estádio inviável, tanto do ponto de vista estrutural quanto de acesso viário…” Bom, já que sempre gostam de comparar a dupla Ba/Vi com Milan/Inter, então, peço licença para comparar também: na década de 30, Hitler fazia seus discursos no Estádio Olímpico de Berlim. Pois ele está lá ATÉ HOJE (não Hitler, o estádio!), e foi palco da final da Copa de 2006. Completamente remodelado, é verdade, mas ainda é o maior e mais importante estádio da Alemanha. Então, o Barradão (que é da década de 80), é antiquado e impossível de ser reformado? Ora, ora, ora, volto a dizer: o que precisamos é de GESTÃO SÉRIA, PLANEJAMENTO, TRABALHO E FIRMEZA DE PROPÓSITOS.

E seguindo no melhor estilo “a grama do vizinho é mais verde”, leio também rasgados elogios ao Centro de Treinamento do Atlético/MG, a popular “Cidade do Galo”. Curiosamente, o referido empreendimento ocupa uma área com modestos 244.460m². Isso mesmo, modestos. Pelo menos se comparados aos mais de 400.000m² de um certo Complexo Desportivo Benedito Dourado da Luz… Sem falar na localização privilegiada do Barradão, em área de crescente valorização imobiliária e próximo ao centro de Salvador (falo do Iguatemi, ou alguém ainda acha que o centro da cidade é na Rua Chile ou no Campo da Pólvora?). Portanto, repito: o problema do Barradão é 90% político e 10% estrutural. E o mesmo se diga em relação à acessibilidade. Neste particular, nada que uma desapropriação de um corredor de casas não dê jeito (algo próximo do insignificante, se comparado às obras do metrô, por exemplo). E nem vou falar do eterno lamaçal do estacionamento, pois esta é mera questão de pavimentação (e de lerdeza, avareza, falta de empenho, etc).

Com efeito, o que mais me impressiona é quando ouço: “o problema do Barradão não é o Barradão; é o entorno do Barradão”. Ô mô pai…, então o problema não é o nosso Santuário, e sim a falta de infraestrutura do bairro no qual ele está localizado. Assim, é um problema cuja solução foge do nosso controle, mas que, por si só, NÃO JUSTIFICA uma mudança tão drástica de rumos. Sejamos sinceros: em quantos jogos passamos 1 ou 2 horas parados no estacionamento? A depender do desempenho do time, umas 4 ou 5 partidas por ano, no máximo. Então, convenhamos, vias de acesso não são, nem de longe, um problema intransponível. É claro que a Prefeitura do Salvador, que desapropriou, no ano de 2010, cerca de 4,7 milhões de m² para adequação do sistema viário da Fonte Nova e Av. Paralela, poderá fazer o mesmo em benefício do Barradão. Mas para isso… só se deixar de lado a velha MÁ-VONTADE CRÔNICA DO PODER PÚBLICO.

Conforme exposto, em tudo e por tudo, esbarramos sempre nos problemas cruciais do Vitória: FALTA DE GESTÃO PROFISSIONAL e a ETERNA MÁ-VONTADE DO PODER PÚBLICO. O E.C.Vitória, se possuísse uma diretoria moderna e capaz, no mínimo, já estaria com uma equipe multidisciplinar estudando o assunto há muito tempo. Administradores, economistas, engenheiros, juristas, sociólogos, arquitetos, tudo para chegar a uma conclusão com o mínimo de transparência e seriedade. Porém, nós sabemos que não vai ser bem assim…

(Pausa Para um Recadinho)

– Você já conhece a nova iogurteira Top Therm?

– Não, mas em compensação, conheço um estádio alemão da década de 20, reformado em 2006, que se parece muito com o Barradão. É olhar a foto abaixo e se deliciar (com boa vontade, dá até pra enxergar a TUI…).

(De Volta ao Batente)

Pois então, não estou aqui dizendo que o nosso Santuário é a oitava maravilha do mundo (no máximo, é a sexta). Mas ele, aos trancos e barrancos (mais barrancos do que trancos…), é o patrimônio que conseguimos obter até aqui. Também já ouvi: “vende-se o Barradão e constrói-se um Centro de Treinamento de 1º mundo”. Mais uma ideia temerária, pois patrimônio se amplia, não se negocia. E principalmente, porque “dinheiro na mão é vendaval” e, no caso do Vitória, o dinheiro quando entra, ninguém sabe ao certo quanto foi; e, quando sai, nunca se sabe ao certo pra onde vai. Querem um CT de 1º mundo? ORGANIZE-SE, PROJETE, TRABALHE COM AFINCO E HONESTIDADE! O PROBLEMA DO VITÓRIA É GESTÃO, E NÃO FALTA DE DINHEIRO.

Num passado recente já nos desfizemos de nosso patrimônio ao vendermos a maioria das ações do Vitória S/A ao Exxel Group. Lembram? Só alegria, fizemos a festa, altas contratações de jogadores e aí… chegou a conta pra pagar. Resultado: suamos sangue pra reaver tudo. Vou repetir: ter patrimônio é ter o poder de se impor; é estar, no mínimo, em pé igualdade com o outro, é ter capacidade de negociar o que lhe for mais vantajoso. Percebam que, mesmo guardando a devida distância das questões afetivas, entendo que vender o Barradão seria a pior das soluções.

É que a gente já está acostumado e nem repara, mas com o Barradão, temos nosso poder de barganha, sim. Nossos adversários (dentro e fora das 4 linhas) tem que nos engolir e ficar caladinhos. A imprensa fala fino no Barradão (ou, pelo menos, noutros tempos, falava). Rivais e ex-rivais, idem. FBF e arbitragem, idem, idem. Vejam que até o Poder Público utiliza o único meio de que dispõe para nos atingir, dentro do nosso estádio: a polícia. Imagine o que não sofreríamos num estádio público e sem casa pra retornar. Infelizmente, com essa profusão de “gênios” que anda transitando pelo nosso Clube, passamos meses sem nem fazer valer o nosso mando de campo contra equipes de 2º e 3º escalão. E por que? Porque FALTA GESTÃO, FALTA PROFISSIONALISMO. FALTA COLOCAR GENTE COMPETENTE PRA TRABALHAR.

E digo mais: nas décadas de 80 e 90, quando deixamos a Velha Fonte e assumimos de vez o Barradão, nossa média de público não caiu vertiginosamente. Da mesma forma, o retorno à Nova Fonte Nova não nos daria nenhum upgrade fenomenal. Talvez até nos primeiros jogos, por conta da novidade, mas apenas isso. Sem falar no prejuízo causado pela elitização do espetáculo (tema importantíssimo e que demanda minucioso exame), já que o preço proibitivo dos ingressos excluiria um enorme contingente da população que hoje frequenta a nossa Casa. E outra: o Vitória é um Clube centenário e cheio de história. Não pode pautar sua vida em função de times inexpressivos, nascidos em chocadeira. Mesmo porque, depois do Ninho do Pássaro (em Pequim) e da Calabash (em Johanesburgo), não dou muito tempo pro “Tacho de Acarajé” se transformar no “Pinicão III, A Missão”.

E ainda vou além: não basta fazer um jogo de inauguração com direito a 50% do público, para se tornar “dono” de um estádio. Muito menos trocar o nome e a iluminação nos dias dos nossos jogos. Pergunto: será que metade do estádio também será pintada de vermelho e preto? Ou ficaremos confortavelmente instalados em poltronas convenientemente confeccionadas com as cores do nosso Estado? E a nossa querida imprensa? Aquela mesma, que passou anos sem noticiar a conquista de campeonatos baianos pelo Vitória na década de 60 (o maior boicote contra um time de futebol, jamais visto em toda a história do jornalismo esportivo mundial). Será que desta vez ela vai utilizar todos os seus mecanismos para fortalecer a nossa marca e a nossa presença no estádio? Nos tratará ela como legítimos proprietários, em condições absolutamente iguais às do nosso ex-rival? Façam suas apostas…

Portanto, peço que ponham a mão na consciência e respondam: qual atitude nos trará maior prejuízo: “insistirmos no Barradão e só após alguns anos entendermos que foi um erro”, como já se disse, ou “embarcarmos na aventura das parceiragens governamentais e percebermos que a venda/sucateamento do Barradão foi um péssimo negócio”, como estou afirmando agora? Bom, no 1º caso, a consequência seria “seremos tratados como visitantes”. Já no 2º caso, o resultado seria: vamos vender as cuecas de diretores, conselheiros e torcedores, para tentar erguermos uma nova arena Rubro-Negra.

É como diz o ditado: “Você até pode vestir um smoking num bode, mas ele continuará sendo um bode”. Quem precisa da Fonte Nova é quem não tem estádio (e nunca terá). É quem sobrevive à custa da mendicância dos favores públicos. Recordo que ninguém pagou por arruinar (ou seria “ruminar”?) toda a grama da Fonte Nova e arrebentar tudo dentro do estádio em certa ocasião. Mas nós do E.C.Vitória recebemos a conta por meia-dúzia de cadeiras queimadas no Negopolitano, lembram? (Obviamente, tudo dentro da lei, contrato assinado, tudo certinho, como manda o figurino). Destarte, este é o risco que corremos: tornarmo-nos parceiros de um blefe.

Além disso, afirmar que o Vitória “é só um detalhe”, que “não é essencial para a conclusão do negócio”, faz parte da estratégia, do canto da sereia. É claro que, no primeiro momento, ninguém vai colocar o Vitória como o fiel da balança. Dar a ele o poder de decisão sobre uma negociata que envolve bilhões de reais. Porém, como já tenho 32 dentes, não posso mais acreditar que o Rubro-Negro tenha sido convidado somente por seus lindos olhos. Creio, sim, que ele é o único time que tem PODER DE ESCOLHA (pois possui seu próprio estádio) e que sem ele o empreendimento é economicamente inviável. Na minha modesta opinião, o Vitória nem teria sido consultado, caso não fosse uma peça absolutamente necessária e fundamental nesta engrenagem. E no dia em que deixar de sê-lo, chutam-lhe o traseiro (e o nosso, por via de consequência) sem dó nem piedade.

Enfim, finalmente, finalizo: pra mim, todo esse povo se merece uns aos outros. Até porque já estão acostumados a maracutaias, laranjadas, tapetões, impunidade em tragédias que causam mortes, além de muitas outras chagas, próprias da sujeira e da promiscuidade que grassa por aquelas bandas. Pois que se danem todos. Juntos e abraçados. Eu é que não me misturo. E gostaria imensamente que o meu time de coração também não se misturasse. Aliás, nestas horas, costumo lembrar do conselho que minha mãe (e a de todas as pessoas de bem) sempre nos dedicou com enorme sabedoria: “meu filho, quem com porcos se mistura…”.

Amigos, acreditem, não estou aqui sendo pessimista, revanchista ou algo do gênero. Escusas, se deixei tal impressão. Apenas procurei ser o mais racional possível e, acima de tudo, bastante pragmático, pois o tempo está se esgotando. A banca está dando as cartas. Os jogadores, fazendo suas apostas.

E você, Torcedor Rubro-Negro? Vai pagar pra ver?

* Este texto é subscrito pelos seguintes torcedores do Esporte Clube Vitória.

1- Adriano Silva Vieira

2 -Anderson Pedreira Nunes

3 – Daniel Santos Silva

4 – Danilo Santos

5 – Fernando Oliveira de Souza

6- Franciel Cruz

7-  Irlan Simões da Cruz Santos

8- Jairo Aragão

9- João Osvaldo de Sousa Andrade

10- João Werther Filho

11 – Jucimar Santos

12 – Lipe Ribeiro Teixeira Silva

13 – Matheus peixoto de Oliveira

14- Mário Sérgio Botelho Brasil

15- Maurício Guedes

16 -Ricardo Cury

17 – Ricardo Manoel Jacinto Junior

18 – Ronival Rodrigues Pereira

19 – Teresa Ribeiro

20- Thiago Matos

21- Tiago Campello

22- Júlio Sandes

23 – Diógenes Baleeiro

24- Haroldo Mattos

25- André Veiga Trevisan

26- Marco Vinycios dos Santos Passos

27- Billy Dórea

28 – Elmo Campos

29- Jean Marcel Leite e Rodrigues

30- Danilo Oliveira

31- Helder de Almeida Pires Caldas 

32 – Lenon Lopes

33- Fabio Ribas Moreira

34 – Cleiton Alves

35- Enéas Barreto

36 – Márcio Pereira Reis

37 – Avelino Pereira dos Santos Neto

38 – Victor Linhares Souza

39 – Vladimir Baleeiro

40 – Luis Felipe Machado

41 – Omar Daiha

42 – Claudio Rocha

43 – Jéssica Oliveira

44 –  Lucas Pastori Almeida

45 – Humberto Sampaio

46 – Janison Ribeiro

47 – Newton Barreto

48 – Lucas Serra

49 – Renan Diego

50 – Paulo Cesar

51- Vinicius Ledo

52 – Luis Joacy Barreto de Matos

53 – Everton Lessa

54 – Juvenal Oliveira Tavares

55 – Paulo Almeida

56- Emanoel Durezz

57 – Édipo Nery

58 – Sebastião Alves Santana

59 – Léo Couto

60 – Joselito Barbosa

61- Sérgio H. Vigas

62 – Reinaldo C. de Cerqueira Filho

P.S Este documento está aberto a novas adesões e também a mudanças e acréscimos. Depois, iremos entregá-lo à diretoria do Vitória para uma reflexão e para estabelecermos um debate sério e amplo. Portanto, você pode concordar ou discordar de nosso posicionamento, só não deve é se OMITIR neste momento fundamental de nosso Clube. Opine e participe.  

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88 Respostas to “BARRADÃO X NOVA FONTE NOVA: UM DEBATE URGENTE E FUNDAMENTAL”

  1. Diógenes Says:

    Onde é que eu assino?

  2. Haroldo Mattos Says:

    Seu cabeludo, irmão gemeo de Barcos… Por que meu nome não esta ai? É boicote por causa do Ypiranga, é seu sacana ?!
    Vê se coloca a porra do meu nome logo viu vei! 😀

    Haroldo Mattos e Silva

  3. Júlio Sandes Says:

    Rapaz, até quinze minutos atrás eu era um dos ferrenhos defensores da mudança do mando de campo a partir do ano que vem. Mas, como dizem por aí, “a constante da vida é a mudança”! Botem meu nome nesta porra, que eu não poderia concordar mais!

  4. Pedro Caribé Says:

    Não entro nessa de colocar o Vitória e o Barradão de um lado, e os poderes públicos e etc de outro. às vezes nos esquecemos que o nome do estádio é de um político, responsável por injetar dinheiro público na remoção das terras etc. Esquecemos que na consolidação, no início da década de 90, as pessoas comentavam que tinha o dedo do cabeça branca, em especial ao colocar a iluminação de graça e etc. João Henrique quando tinha algum prestígio seguia a cartilha dos parentes e ia para o estádio relembrar suas origens familiares – Barradas. Agora nos esquecemos que todo o esquema da Copa do Mundo passa pelo líder da bancada da bola, José Rocha, ele mesmo, conselheiro e “homem forte” do Vitória.

    Definitivamente o futebol não é coisa de gente séria, e o que me estimula nesse espaço é lutar por democracia interna no clube. Ao meu ver, nenhum de nós sabe realmente o que está envolvido nas negociações para o Vitória utilizar a Fonte Nova ou não. Talvez a origem dos santinhos espalhados na porta do Barradão seja um caminho. Digo talvez, porque também não sei o que de fato está por trás. A historia do Barradão sempre teve ligada a política, ou melhor, a pior parte da política, e a negócios muito espúrios. Não creio que agora seja diferente. Provavelmente, se o Vitória tiver um processo realmente democrático, poderemos de fato ter esse nível de pertencimento nos rumos do Barradão.

    Outra coisa, é uma falácia essa história de que o Barradão ou o Vitória foram responsáveis pela melhoria de vida dos moradores da região. O hospital São Rafael, a Infraero, a especulação imobiliária e toda cartilha socioambiental já previa a retirada do lixão. O Barradão foi mais um dos elementos. Basta entrar na associação de moradores ao lado do estacionamento, na entrada do Flamboyant, e perguntar se alguém do Vitória procurou ou fez alguma coisa por aqueles moradores. Também vale perguntar aos técnicos responsáveis pelo “parque” em frente ao estádio. O Vitória, enquanto iniciativa privada, foi beneficiário, não beneficente.

  5. André Veiga Trevisan Says:

    Apesar de morar longe assino em baixo! Belo texto!

  6. Juvenal Says:

    Por que não abrem o texto à signatários no peticaopublica.com.br ?

  7. Rogério Silveira Says:

    Coloco nossa mudança de mala e cuia para a Fonte Nova como segunda opção, porém, não gostaria que após 2014 o Vitória continuasse a mandar jogos no Barradão. Infelizmente, por toda a má-vontade política citada no texto em relação ao Vitória, em quase 30 anos de Barradão, pouca coisa mudou no que diz respeito ao acesso ao estádio e creio que quase nada mudará nos 30 anos seguintes. O Barradão está fadado ao isolamento do seu entorno. FATO. Porém ir à Fonte Nova envolve todos os riscos mencionados no texto. Só que temos um senhor queijo nas mãos. Terra. Sim, se existe guerra nesse mundo é só por um único motivo: terra, território, chão. E isso, gente escrota não quer perder, nem por paixão clubística. Podemos tranquilamente amarrar um contrato muito bem amarrado com o governo fazendo uma permuta envolvendo o governo, OAS e o Vitória, dando Barradão pra lá, trazendo Pituaçu pra cá e ganhando um ct novo no meio do negócio. Pituaçu deixa 90% dos problemas de acesso do Barradão para trás, não terá os elevados custos operacionais da Fonte Nova e, como disse, dentro de um contrato muito bem amarrado, será NOSSO e de mais ninguém. É um estádio de caracterísiticas muito próximas do nosso Barradão, temos bom histórico lá, já ganhando a nossa simpatia até mesmo pelo ponto de vista meramente da paixão de torcedor e tem boa estrutura, tendo espaço tranquilamente até para uma ampliação. É como vejo a coisa. Barradão foi um passo importante na história do clube, mas está na hora de virar a página e dar um salto de qualidade rumo ao futuro.

  8. Enéas Barreto Says:

    Sem tirar nem por…concordo plenamente, o pouco de dúvida que tinha a respeito do assunto foi esclarecido.

  9. Cleiton Alves Says:

    caramba assino embaixo!!!

  10. Fabio Ribas Moreira Says:

    Assina essa bagaça com meu nome aí…Barradão Forever…lá é onde vivemos nossos melhores momentos…é nossa casa, nosso lar, é onde a TUI arreia, os adversários nos respeitam e onde arrepia a torcida rubro negra!!!!!

  11. Lenon Lopes Says:

    28Cmd TUI-SAJ Estou contigo meu nobre, ”Barradão é minha casa (8)”

  12. Helder de Almeida Pires Caldas Says:

    Caro colegas rubro negros – leões da barra.
    Não se joga uma história construída com muitos esforços pelo ralo, logo o barradão é testemunha inconteste das conquistas do Vitória nos últimos tempos. Abandoná-lo, jamais.

  13. Danilo Oliveira Says:

    Adorei o texto!!!!!!
    Concordo plenamente.
    Parabéns.

  14. Jean Marcel Says:

    Eu, Jean Marcel Leite e Rodrigues, subscrevo!

  15. Elmo Campos Says:

    Nem precisava de um texto tão grande pra me convencer, pode por minha assinatura.

  16. Márcio Reis Says:

    Márcio Pereira Reis. Pode assinar em meu nome!

  17. Avelino Says:

    Avelino Pereira dos Santos Neto

  18. Victor Linhares Says:

    Assine ai, vá, misera: Victor Linhares Souza

  19. Luis Felipe Says:

    Luis Felipe Machado

  20. Omar daiha Says:

    Omar Daiha – Pode colocar meu nome!!!!

  21. Claudio Rocha Says:

    Se eu tinha alguma dúvida! tirei com esse texto. Você tem razão em tudo…

  22. Lucas Pastori Says:

    Assino: Lucas Pastori Almeida

  23. Caio (@ICaioI) Says:

    Ô seu frança, eu poderia mandar um texto sobre esse assunto pro blog? Minha opinião é de que se a mudança for lucrativa vale a pena tentar.

  24. Janison Ribeiro Says:

    Li todo o documento deste artigo (comentários, expressões, analogias etc), até relembrei dos velhos tempos do Barradão. Quero fazer parte deste documento e ainda, sou Contador e na minha profissão quero exercê-la par mostrar a transparência dos numerários das finanças de nosso clube. Estarei escrevendo um artigo sobre o tema: Quanto custaram ao nosso clube a venda de diversos garotos de nossa base e qual o retorno dessas receitas a diretoria reverteu em investimento em prol do Vitória?

    Abraço a nação rubro-negra

    Janison Ribeiro

  25. Humberto Sampaio Says:

    Esqueceram de lembrar que o Vitória já firmou um convênio com o governo da Bahia, em 2007 se não me engano, para ceder os campos de treinamento da Toca do Leão para os alunos da rede pública fazerem atividades esportivas. Em contrapartida, o Estado melhoraria as vias de acesso ao Barradão. Até hoje nada.

  26. Newton Barreto Says:

    Concordo com tudo que foi escrito, diga NÃO a Fonte Nova, nosso estadio é o Barradão, morei na Vasco da Gama próximo ao Rio Vermelho e na década de 70 era mais difícil chegar a Fonte Nova que chegar hoje ao Barradão, (de ônibus) mesmo assim ia em quase todos jogos as vezes voltava para casa andando.

  27. Lucas Serra Says:

    Franciel, sou favorável pela permanência no Barradão. Lá somos mais fortes!

    SRN

  28. renandiego Says:

    APOIADO SEU FRAÇUEL, NUNCA DEVEMOS ABANDONAR O MANOEL BARRADAS, ESTADIO EM QUE JA VIVEMOS TANTAS EMOÇÕES.

  29. Paulo Cesar Says:

    Parabéns, Temos que fazer valer nosso estádio, pois ali é nosso…

    Barradão nosso coração esta ali…

  30. Reinaldo Says:

    Reinaldo C. de Cerqueira Filho

  31. Sérgio H. Vigas Says:

    Simplemente, não. Não quero; não vamos aceitar e deixar, não. Não A Fonte Nova. Barradão, sempre, Barradão – chouva ou faço Sol.
    Sérgio H. Vigas

  32. Gabriel Batista Says:

    o barradão é a casa e deve ser o principal campo de jogo, porém não vejo motivo para recusar a fonte nova. não acho que o tema seja ou 8 ou 80! a pergunta deve ser: qual a melhor maneira de utilizar a fonte nova?? abandonar o barradão jamais!!!

  33. Filipe Rabello Says:

    O texto é muito bem escrito, e composto de argumentos muito coerentes! Mas ainda acho que seja baseado numa visão limitada a que temos acesso. Digo temos, pois me incluo na torcida apaixonada que ama o Barradão e desconfia da mudança sem que nem pra que. Mas acho que não devemos fechar os olhos para o futuro e bater o pé firme do “Barradão eterno” sem abrir os olhos para uma possível viabilidade da “parceria”. O Vitória tem que se valorizar, vender caro sua presença na Fonte Nova. Mas sinceramente, pelo lado da honra e do orgulho próprio, não pretendo ver o torcedor do Bahia usufruindo de um equipamento de primeiro mundo, chegando e saindo do estádio com conforto, o chamando de seu, enquanto eu demoro 2 horas pra chegar em casa até mesmo em dias de Vitória x Bragantino com menos de 10 mil pessoas no estádio. Meu bem estar e qualidade de vida como torcedor querem se sobrepor às romarias que cumpro com muito prazer para torcer para o melhor do estado. Amo o Vitória, amo o Barradão, mas não sou um tradicionalista ferrenho que não abre mão de modernidade. Acho importante a discussão para que as vantagens e desvantagens sejam cada vez mais expostas, e possamos assim emitir as opiniões mais baseados em razão do que paixão ou desconfiança. Saudações rubro negras!

  34. Marco Monteiro Says:

    E ai amigos rubro-negros,
    Acho que é uma discussão ampla e importante. Para ser sucinto levantarei duas questões e deixa para vcs pensarem sem emoção:
    1. Barradão: acesso pra vem vai de carro e a quatão do transporte coletivo pra quem vai a pé e mora longe, segurança…
    2. Fonte Nova: todas as questões acima e custo benefício.
    Temos que pesar ambas as situações e entender o que seria melhor para o ECV. Talvez até mesclar os jogos na tentativa de aumentar o público e não perder a tradição do Barradão.
    Eu particurlamente sou apaixonado pelo barradão, mas tem problemas que eu não tenho, por exemplo pegar um transporte coletivo as 23:00 ou ás 00:00.

    • Jeoval Chamusca Says:

      Não entendo vcs são de Salvador e reclamam de distancia e de engarrafamento para irem para o Barradão, Eu moro em Catu e nunca tive problema para ir nunca reclamei, e olhe que vou para quase todos os jogos dia de sexta e sábado que é quando esta mais lotado. Agora imagina seu time tem um estadio e vc que alugar um so porque é mais fácil para vc chegar. Sem falar qual custo beneficio se o Vitoria so vai perder jogando lá.

  35. J Mocota Says:

    Rogério, parabéns pela mudança.

    Plac, Plac, Plac…

    Mocota lembra, como se fosse hoje, os épicos debates que tivemos na Casa Rubro-Negra em junho de 2011.

    Você defendendo a Arena Fonte Nova e Mocota defendendo o Novo Barradão em Pituaçu.

    Mocota gostaria de lembrar que também evoluiu e chegou a seguinte conclusão:

    “Na Paralela não existe apenas a localização do estádio de Pituaçu para o Vitória construir uma Arena multi-uso que fature 24 horas/dia”.

    Se o governo não quiser ceder, tem espaço de sobra na Paralela.

    Lembra?

    http://casarubronegra.webreside.net/obrigado-pet/

    —————————————– // ————————-
    NAÇÃO!!!

    Deste belíssimo texto, Mocota somente discorda da passagem:

    “…patrimônio se amplia, não se negocia.”

    No objetivo de modernizar e arrecadar mais, uma construção pode ser ampliada, vendida, trocada ou até mesmo demolida.

    O caminho a ser seguido para aumentar o faturamento, somente será seguido depois que todas as possibilidades forem passadas por uma profunda avaliação.

    ——————————————— // ——————–

    Se o acesso não vai ao Barradão, então o Barradão tem que mudar para onde pode faturar muito mais.

    24 horas por dia para ser mais preciso.

    A torcida do Vitória não pode mais está parando para analisar aonde o torcedor chega com mais facilidade nos dias de jogos.

    O que tem que ser analisado é onde uma Nação de quase dois milhões de adeptos pode consumir diversos produtos diariamente e parte desta receita contribuir no crescimento e sustentabilidade do clube.

    Em uma arena multi-uso na Paralela nós Rubro-Negro chegaríamos facilmente para tomar um chopp, assistir um filme, prestigiar um show, almoçar, comer uma pizza, alugar uma sala para montar um escritório, ter a possibilidade de fazer compras em diversas lojas de um mini-shopping, receber 80 turistas/dia para ficarem hospedados no hotel… além é claro de assistir o Leão devorar suas presas com todo conforto.

    Perdoe Mocota quem for Rubro-Negro e apóia a Arena Fonte Nova. Mas Mocota defende que o Vitória deverá continuar soberano em um estádio Rubro-Negro e não no estádio do governo.

    O debate urgente e fundamental tem que ser:

    Barradão-Canabrava X Novo Barradão-Paralela

    Serás o Campeão.

    Avante Leão!!!

    • SRN Says:

      Vc vai tirar dinheiro da onde pra construir tudo isso ae? So fazendo parceria com governo ou entidades privadas, o que daria no mesmo da Fonte Nova. Não tem pra onde correr nao, sou adepto do Barradão eternamente (com melhorias no acesso, estacionamento, comodidade etc., nada irreal que nos fizesse ficar refém de alguém) e gostaria de elogiar os últimos trechos do texto: “Eu não me misturo!!!!!!!!”.

  36. Byreina Says:

    Apesar de ter frequentado muuuiiiitoooo…a “velha fonte nova”…nunca irei abrir mão do “MEU CALDEIRÃO”!
    BARRADÃO, NOSSA CASA, NOSSO ORGULHO!
    SRN!!!

  37. Joselito Barbosa Says:

    Eu fui um dos primeiros torcedores a trequentar o barradão.Estava na primeira Partida inaugurais VITORIA X OLIMPIA e VITORIA X SANTOS. Por isso sou apixonado pela minha segunda casa,o estadio Manoel Barradas.coloquem o meu nome ai logo.

  38. Pedro Quem? Says:

    Eu gostaria de protestar contra esse descaso do governo do Estado e da Prefeitura que se mostra ainda mais evidente agora: as sardinhas sumiram desta tribuna! Elas não vêm mais aqui comentar! Ou seja, a internet não funciona na Ladeira da Montanha! Isto é exclusão digital! Desde que elas foram pra zona, não conseguiram mais interagir conosco! Vergonha! Poderes públicos omissos, povo ainda mais sofrido! Registro aqui meu protesto.

  39. Léo Couto Says:

    Tou com o Barradão!Coloca meu nome.Léo Couto!

  40. SEBASTIAO ALVES SANTANA Says:

    CONCORDO PLENAMENTE COM SUA OPINIAO, DESDE QUE CONQUISTAMOS O BARRADÃO NÓS NOS TORNAMOS GRANDE ,QUASE IMBATIVEL.
    NADA DE VOLTAR A ATRAS E FICAR PEDINDO ESMOLA AO GOVERNADOR TRAIDOR DOS PROFESSORES E POLICIAIS.
    BARRADAO FOREVER.

  41. Édipo Nery Says:

    Gostei muito do texto, aborda realmente pontos de vista não muito bem analisados na hora da empolgação de jogar num estádio de copa do mundo. Concordo que essa questão é delicada e presisamos agir com caltela. Sou contra a venda/sucateamento do barradão, ainda que passemos a jogas na nova fonte. Mas assino meu nome nesse texto. Sou favorável a manutenção do mando de campo no Barradão, e eles que se piiiii. Prezo pela nossa autonomia, as atitudes desse governo que assina documentos com a camisa do rival não me agrada, e detestaria depender deles pra algo.

  42. Emanoel (@durezz) Says:

    Assino embaixo…

  43. Newton Neto Says:

    Concordo que o tema é bastante polêmico e tem que ser trazido a luz da discussão, fora das salas da nossa diretoria. Diga-se de passagem, por vezes extremamente provinciana e amadora. Acredito sim que o Barradão não deva deixar de ser nossa casa mas também acho que precisamos encontrar uma forma de utilizar, a nosso favor, essa nossa nova casa de campo. Se tívessemos uma diretoria profissional, que tivesse o mínimo de planejamento, não teria dúvida em apoiar qualquer uma das opções apresentadas pois saberia que estaríamos traçando caminhos desenhados e elaborados para o crescimento do ECV. Espero que essa discussão leve até a nossa diretoria a insatisfação consciente que o torcedor tem com a administração de nosso clube, sem em nenhum momento se deixar ludibriar por resultados, que neste momento, são os melhores possíveis. Por um Vitória cada vez mais forte! SRN

  44. Paulo Almeida Says:

    Parabéns! parabéns! pelo belissimo texto, isso é que é visão panoramica destas cabeças pensantes.
    Quero alertar para o principal alicerce de sobrevivencia do nosso estadio no dia a dia que são os abnegados que investem nas placas de propagaandas espalhadas por todo estadio,faça chuva ou faça sol mesmo que o estadio esja fechado para reformas ou periodo pós campeonato continuam investindo direto ou indiretamente.
    Em resumo nossos patrocinadores seriam renegados!! não merecem isso.
    Aceitem minha assinatura no seu manifesto.

  45. Daniel Says:

    Com toda honestidade, não identifiquei nenhum argumento concreto que justifique que o ECV decline qualquer negociação para jogar na “nova Fonte Nova”. Belo texto, mas puramente passional. Alex Portela já deixou claro que não mudaria o mando de campo de graça. O ECV, por ter estádio próprio, tem um poder de negociação maior que o time de itinga. E tem de aproveitar SIM, já que o consórcio que administrará a Fonte Nova não pode abrir mão de ter o ECV como parceiro. FATO!
    Os argumetos trazidos no texto não sobreviveria a mais simples análise da realidade financeira do nosso clube. Achar que o ECV, em curto prazo (ou até médio), conseguiria refomar o Barradão nos moldes daquela foto do estádio da Alemanha beira o delírio, típico daquelas paixões mais avassaladoras. E ainda assim: aonde jogaríamos durante essa reforma???
    Esperar que os interesses públicos se convirjam aos interesses particulares do ECV para desapropriar CENTENAS de residências e construir vias de acesso ao Barradas, para além de aceitar uma relacão promíscua e não republicana com o Poder Público, é desavergonhadamente uma ideia pueril.
    COM TODA CERTEZA ESTA DISCUSSÃO ESTÁ LONGE DE SER ENCERRADA POR ESTE TEXTO.

  46. Juvenal Says:

    Coloque meu nome nesse caruru aí, mizifio.

    Juvenal Oliveira Tavares

  47. Everton Lessa Says:

    Serei eternamente apaixonado pelo nosso Estadio o BARRADÃO!
    Acho que o nosso clube deve mandar jogos do Campeonato Baiano no Barradão e no Campeonato nacional na Arena Fonte Nova, tenho em minha memória a saudade de grandes jogos do glorioso ECV com Sena, Bagatini, Tadeu Macrine, Wilton, o eterno presidente Pirinho e outros que fizeram nossa história na Fonte Nova.
    Saudações Rubro Negra.

  48. Luis Joacy Barreto de Matos Says:

    Subscrevo o texto em sua íntegra e solicito a inclusão do meu nome no mesmo. Em agosto de 2008, escrevi dois textos contrários ao aluguel do Barradão ao nosso rival, um rebatendo os argumentos do vice-presidente Carlos Falcão, que defendeu abertamente o aluguel do estádio num texto intitulado Futebol: razão e paixão, publicado no site Canal EC Vitória, querendo dar a entender que quem se opusesse ao aluguel do Barradão seria irracional; eu fiz a réplica daquele texto rebatendo os seus argumentos um a um, bem como escrevi outro texto que era uma Carta Aberta aos Dirigentes do Esporte Clube Vitória. Ambos os textos que escrevi foram publicados poucos dias depois no mesmo site Canal EC Vitória e devem estar no arquivo do referido site. Agora é possível que adotem discurso similar para quem se opuser ao abandono do Barradão em prol na nova Arena Fonte Nova. Em recente Programa do PFC, o Presidente do Vitória afirmou que só aceitará jogar na nova Arena em condições muito vantajosas, em razão do Vitória ter casa própria. Só que tenho sérias dúvidas acerca do que os atuais dirigentes do Vitória irão considerar condições muito vantajosas, notadamente quando se sabe que esse mesmo dirigente do Vitória participou daquela patética palhaçada do anúncio de uma suposta arena que seria construída na região metropolitana de Salvador por um tal consórcio português, juntamente com o presidente do nosso rival, que armou aquele circo ridículo apenas porque queria fazer uma bravata contra o governador por questiúnculas políticas, pois já se sabia de antemão que o estádio para a Copa seria construído obviamente no local da Fonte Nova.

  49. mauricio guedes Says:

    Só serei a favor de jogar na arena se 100% da renda for do Vitória, ele negociar livremente as placas de divulgação, ela for pintada de vermelho e preto com o leão nas arquibancadas, as cadeiras ficarem de exclusividade dos torcedores rubro negros, toda a praça de alimentação do estacionamento do santuário for pra lá e, por ultimo, mas não menos importante, mudar o nome pra Barradão. Aí quem sabe…

  50. vinicius ledo Says:

    onde assino? concordo com tudo e sempre fui a favor da manutenção e modernização do barradao

  51. J Mocota Says:

    Em 1900 e trá-lá-lá, Elisou Godoy perguntou a Paulo Caneiro no programa Campo do 4.

    – Paulo. Por que o Vitória vai deixar de jogar os BaxVi’s na Fonte Nova, estádio localizado no centro da cidade, para jogar no Barradão?

    Paulo Carneiro respondeu:

    – Eliseu. Se nos BaxVI, no Barradão, for somente Paulo Carneiro torcer pelo Vitória e do outro lado tiver apenas você torcendo pelo Bahia, para quem não sabe Eliseu é Bahia…

    Eliseu sem graça exclama:

    – Que isso Paulo?!

    Paulo Carneiro continua:

    – Eu provo no papel que mesmo tendo apenas 01 torcedor para cada lado, o Vitória ainda assim, arrecada muito mais jogando no Barradão.

    Moral da história: Paulo Carneiro tinha razão. A imprensa tricolor naquele momento previa que no Barradão iria acontecer isto:

    “Em 30 de outubro de 2010, na vitória sobre o Vasco da Gama por 4 a 2, o Vitória completou 500 jogos em seu estádio, com histórico de 316 vitórias, 104 empates e 80 derrotas, tendo marcado 1.117 gols e sofrido 520, com saldo de 581 gols, e aproveitamento superior a 70%.” (by Wikipedia)

    ———————————– // ——————————-

    Discursos dos irmãos Rubro-Negro que querem que o Vitória mude para Arena Fonte Nova:

    – Não podemos deixar um equipamento daquela somente para ser usado pelas sardinhas.

    – A Arena Fonte Nova fica próximo da estação da Lapa, Brotas, Barbalho…

    Daniel , defensor (neste post) da Arena Fonte Nova argumenta que:

    “…(O Vitória) tem de aproveitar SIM, já que o consórcio que administrará a Fonte Nova não pode abrir mão de ter o ECV”.

    Ora, ora, ora…

    Mas em nenhum momento Daniel demonstra números que possam ser vantajosos para o Vitória.

    Mocota gostaria de saber se a preocupação de Daniel é com a lucratividade do consorcio ou com o crescimento do Vitória?

    Já o discurso de Mocota é prático e caceteiro.

    O Vitória jogando no Barradão arrecada de “X” pra cima.

    Mudando para Paralela vai arrecadar de 03 “X” para cima.

    Se o governo, as sardinhas e o consorcio não oferecer de 4, não tem conversa.

    Minha gente!!! O Sport, time nordestino, que no ano passado disputou a serie B, também é Rubro-Negro, tem uma torcida em quantidade semelhante a nossa ,arrumou parcerias para construir uma arena multi-uso no valor de R$ 600 milhões.

    Por que o Vitória não pode conseguir?

    Será que nesta Nação de 2 milhões de Rubro-Negros somente Paulo Carneiro, Rogério Silveira e Jhansem Mocota conseguem enxergar o futuro sem utilizar as sardinhas como óculos?

    Hã? Hum? Hein?

    Se para enxergar uma arena multi-uso na Paraela é falta de colírio, então recebam isso!!!

    http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sport/noticia/2012/06/presidente-do-sport-confiante-na-arena-multiuso-passo-fundamental.html

    E mais isso!!!

    ———————————————– // —————————–

    O Vitória somente esta sendo paparicado para jogar na Arena Fonte Nova por 02 motivos:

    1º) Aumentar o lucro do consorcio.

    2º) O governador é tricolor e quer equilibrar o futebol na Bahia.

    Ps – O governo estadual tem verba o suficiente para manter a Arena Fonte Nova. Basta lembrar que para reformar Pituaçu apareceu R$ 80 Milhões rapidinho.

    E o que dizer do metrô que em breve será centenário sem aprender andar?

    —————————————- // ——————————-

    Para quem leu a matéria da globo.com, no link acima, viu que o Sport com a construção da nova Arena vai aumentar a receita de alocação de R$ 30 mil para R$ 450 mil.

    No final do ano isso representará um aumento de R$ 360 mil para R$ 5,4 Milhões.

    E tem mais. Se Alexi Portela resolver lutar pela construção da Arena multi-uso na Paralela, Mocota vai passar uma Mocodica que o clube poderá prestar um serviço onde poderá faturar R$ 20 mil/dia. No final do ano teríamos mais R$ 7,2 Milhões nos cofres Rubro-Negro.

    Com um didim desse, todo ano seriamos candidatos a disputar uma Libertadores e choveria um “Bebeto” a cada 02 temporada.

    Mas se a atual direção preferir continuar brincando no elevador…

    Fazer o que?

    Serás o Campeão.

    Avante Leão!!!

    • Daniel Says:

      Meu caro, evidente que não tenho números, muito menos tenho sua facilidade em lidar com deduções aritiméticas, apenas busco me associar à lógica. O ECV tem um produto que só ele pode oferecer ao consórcio* e isso no mundo dos negócios é sinonimo de lucro. A tranquilidade que o ECV tem para negociar, já que possui estádio próprio, dá boas condições para se fechar um bom preço. Sem falar na valorização da marca do ECV ao utilizar um espaço que possibilita inúmeras formas de exploração.
      Ainda, seu argumento cai por terra quando traz como exemplo a Arena da Ilha do Retiro. Ali, se realmente sair do papel (embrolho que já dura alguns anos), o Sport irá arrendar o estádio a um investidor para explorá-lo por pelo menos uns 30 anos. Acho que não seria uma boa opção.

      SRN

      *Acho que não preciso lembrar que a Fonte não será adminstrada pelo Estado, portanto, pouco importa o time que o governador torce.

      • J Mocota Says:

        Existe valorização da marca quando um clube possui 70% de aproveitamento em um determinado estadio. Beleza e localização ficam em segundo plano.

        Se o Vitória passar a mandar seus jogos em Cajazerias/345 e ganhar um brasileiro, a marca vai ser mais valorizada que se o Vitória for atuar na Arena Fonte Nova e passar a ter o histórico recente das Sardinhas.

        Confere?
        ——————————- // —————————-

        A Arena do Sport foi formatada na seguinte forma.

        O Sport continuará com 100% de participação nos lucros com bilheteria, sócios, etc. Já o percentual de participação do clube nas receitas da arena – que inclui cadeiras cativas, eventos, publicidade – são de 7% nos primeiro 10 anos, passam a 15% apartir do 15º ano e, com 20 anos chega a 25%. Nos empreendimentos que serão construídos no entorno, a participação do clube durante os 30 anos em que o consórcio vai explorar o espaço é de 12%.

        Depois de 30 anos o lucro será todo do Sport.

        ——————————– // —————————

        Existem outras formas de fechar uma parceria. Inserindo, por exemplo, o nome do parceiro comercial no nome do estadio.

        Pense a delicia que seria: Barradão-Skol.

        Já pensou Barradão-Vivo?

        Podemos pensar também na possibilidade Barradão-Ford.

        Só não me venha com Barradão-51.

        De cachaça basta ter que aturar torcedor Rubro-Negro querendo ir dividir o teto com as Sardinhas.

        —————————- // ——————————

        Mocota sentiu um pouco de ingenuidade da sua parte, quando você tentou de uma forma sutil blindar o Governador.

        Com relação ao ECVitória, infelizmente, o mandato dele foi marcado pela indiferença.

        Explica por que as sardinhas recebeu um beneficio de R$ 80 Milhões como num passe de mágica e o Vitória não ganhou nada.

        Será que o governador da Bahia é o único no país que não tem influencia junto as grandes empreiteiras?

        Pelo fato do consorcio administrar a Arena ele não pode articular nada?

        Será? Será? Será?

        —————————– // —————————-

        Mocota espera que você apresente algo de concreto e que seja uma grande vantagem financeira para que o Vitória abandone a própria autonomia e divida o estadio com as sardinhas.

        Você acredita mesmo que as sardinhas, mesmo não tendo teto, elas ficariam de braços cruzados olhando o Vitória explorar 100% da Arena?

        A força política tricolor não moveria uma palha?

        Pois tenha certeza, que como nos patrocínios, tudo seria meio a meio. Tipo aquela coisa de irmãozinhos gêmeos. Saca?

        OAS para um, OAS para o outro. Tim para um, Tim paro o outro. Insinuante para um, Insinuante para o outro…

        Nesse aspecto, boca de zero nove foi PC que meteu Banco Excel na camisa e trouxe Bebeto e Túlio.

        Ps – Para mostrar serviço também as Sardinhas fecharam com a Hyundai e por isso ficaram com cara de Besta até hoje…

        ———————- // ——————————

        Na própria casa o Leão manda e pinta o Sete*.

        (Sete: Quantidade de títulos conquistados no Barradão nas últimas 10 temporadas).

        Serás o Campeão.

        Avante Leão!!!

    • Luis Joacy Barreto de Matos Says:

      Rubro-negro vitoriano Mocota,

      Pegando um gancho no seu comentário, lembro, para quem acha que a má vontade do Governo Estadual para com o Vitória é produto apenas da imaginação da rivalidade de torcedores apaixonados, da impostura do Governo Estadual em relação ao convênio assinado com o Esporte Clube Vitória em 2009 para construção de um acesso ao Barradão mediante a contraprestação da construção de um complexo esportivo pelo Vitória para inclusão de jovens da população dos bairros do entorno do Barradão. Depois da assinatura desse Convênio, houve a substituição do titular do respectivo órgão estadual incumbido de sua execução, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano – SEDUR, que passou a ser Cícero de Monteiro Carvalho, que é torcedor do nosso rival estadual. Desde então, nada aconteceu, em razão do atual titular colocar sua paixão clubística acima de seus deveres funcionais enquanto gestor público, fato esse relatado pelo atual do presidente do Vitória no programa do PFC que foi exibido em julho passado, o qual assinalou, inclusive, que o referido Secretário Estadual despacha vestindo a camisa do seu time do coração! Isso já demonstra, por si só, o tipo de parceiros e intervenientes que o Vitória terá numa eventual concordância em abdicar do do seu estádio próprio para ser usuário das instalações da Arena Fonte Nova: ele não seria tratado sequer de forma isonômica, mas sim como um inquilino antipático de segunda categoria! Esse tipo de conduta de um agente da administração pública, caracteriza, inclusive, o tipo penal conhecido como prevaricação, previsto no Código Penal! Sugiro que nós torcedores vitorianos protestemos em peso contra esse tipo de conduta do referido Secretário, enviando e-mails à ouvidoria do citado órgão estadual, bem como solicitando, com base na Lei de Acesso à Informação (Lei Federal12.527), cópia desse instrumento de Convênio e informações documentadas sobre o andamento de sua execução.

  52. Antonio Carlos da Costa Says:

    Barradão é Barradão, o resto é falação…bota meu nome aí -Antonio Carlos Quijingue Bahia

  53. Davi Mota Says:

    Assino embaixo, Barradão é a minha casa!!! Fonte Nossa nem pensar, só quero ir la como visitante!!!

  54. Deivison Bispo Says:

    Barradão sempre. Pode pôr minha assinatura!

  55. Danilo Alfredo Brandão de Magalhjães Says:

    Muito bom o texto. Eu apoio, ainda vou ver o Barradao todo coberto, digno de um estadio de primeiro mundo. Deixa o estadio do governo pra quem nao tem casa. Pode botar meu nome ai

  56. RONALDO PEREIRA DA SILVA Says:

    RONALDO SILVA
    SÓ QUEM SABE O QUE NÓS PASSAMOS ANTES DELES INGOLIREM O NOSSO SANTUARIO, SOMOS NÓS NADA FONTE. QUEREMOS O NOSSO B A R R A D Ã O.
    VAMOS SUBIR NEGO ABRAÇOS

  57. Alexandre Nepomuceno Says:

    Pode incluir meu nome.
    Optar por estádio público é ir na contramão do futebol atual, vejam que grandes clubes estão construindo ou remodelando suas casas, alguns inclusive usando dinheiro público (Corinthians…oi).
    O maior problema hoje é realmente a gestão do clube, com um pouco mais de competência poderíamos colocar o poder público contra a parede.
    Plantaram o abacaxi? Não me venham agora esperando que eu descasque.

  58. Leandro Bonadie Says:

    Apesar de morar muito próximo a nova fonte velha,, sou contra esse acordo de mandar jogos na fonte, mas tambem acho que a localização do barradão é muito ruim e não Ttem obra nem via que dê jeito. como li em um comentario acho que se é pra fazer alg acordo com o governo esse acordo seria uma troca entre barradão e pituaçu, e se é pra fazer troca com alg construtora que seja pra trocar o barradão por alg estadio novo que seja SÓ NOSSO

    POR MAIS FEIA OU POBRE QUE SEJA MINHA CASA NÃO SOU MALUCO DE ABANDONAR MEU LAR E IR MORAR DE FAVOR EM OUTRA CASA OU PIOR NA CASA DE ALGUEM QUE NÃO GOSTA DE MIM !

  59. Lucinéa Cardoso Says:

    Bom dia!

    Nunca concordei do Leão jogar fora do Barradas, só por motivos óbvios, como uma reforma por exemplo.
    Acredito que o único problema do Manoel Barradas seja o acesso, ME LEMBRO QUE JÁ FOI PROMETIDO um acesso direto entre Paralela e Barradão, porém pelo visto isso é apenas um sonho; se fosse interesse do ” povo ” pra os lados de Itinga com certeza já teriam providenciado uma solução.
    Até o Barradão chegar ao nível que chegou hoje demorou e muito, valorizo muito o Barradão, é lá que me sinto bem, lá é a casa do meu Leão e por isso nós como torcedores do único time baiano de verdade temos que lutar para MELHORAR O ACESSO DO ESTÁDIO E CADA DIA NOSSA CASA SER MAIS RECONHECIDA E VALORIZADA.

    Saudações rubro negras e bom dia a todos!!!

  60. Jeoval Chamusca Says:

    Concordo plenamente, o Barradão é nosso e não existe logica alugar um estadio para jogar só para agradar torcedores mimados, Como Paulo Carneiro falou “Pode ter apenas 2 torcedores no Barradão e ainda assim o Vitoria arrecada mais q na Fonte Nova”

  61. Mirne Says:

    Chupa, vicentinos, hahahahaha…..

    • banditnunes Says:

      Mi MI MI é lá para as bandas da ladeira da montanha tricolete desvairada.

      Aqui é uma discussão para quem TEM ESTÁDIO e quem ESTARÁ NA SÉRIE A em 2013 portanto vai procurar um jegue para te amanssar

  62. Jair chagas Menezes Says:

    O Barradão é um marco do antes e depois E.C. Vitória. Abandoná-lo é como apunhalar o peito da nossa mãe. Não é exagero, tenho 59 anos de idade e amo o meu clube desde os 13 anos, quando fui a Fonte Nova com minha avó e vi o Leônico ser campeão baiano e está gravado em mim o amor que meus falecidos pais tinham pelo E.C. Vitória. Eles ( imprensa, poder público e E. C. finado Jahia) têm INVEJA do Barradão e querem destruir o nosso santuário e não é de agora. Apelidavam estádio do lixão e outras coisas mais. O jahia está fadado ir a falência e quero ver quem vai bancar ele jogar na Arena Fonte Nova o campeonato baiano e outros jogos inespressivos da Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Quero ver se papai Jacques Vai..vai gner vai ficar no governo a vida toda para ajudá-lo. Pois bem nação rubro-negra, não vamos abrir mão jamais do Barradão. Hoje nós estamos com uma administração equilibrada agradeça ao Barradão. Saudações rubro-negra. Rumo a Primeira Divisão.
    Grato. Jair Chagas.

  63. Leonardo Davi Ramos Ferreira Says:

    Assino em baixo.!! Barradão é Barradão…. Não devemos abandonar nossa casa que nus trás tanta felicidade…! Quem não tem estadio esta querendo tirar de quem tem..!! Lembrem-se ( O inimigo do “bom” é o “melhor” ) Esta bom… vocês querem melhorar pra quê?…. De boa intenção os gramados do inferno esta cheio..!!

    Obrigado!

  64. Fábio Monteiro Says:

    Desaculpe, mas sou contra esta ideia. Para mim o Vitória tem que sim voltar para a nova Fonte, mesmo que seja num limitado numero de jogos, sobretudo os de maior expressão e finais de competições nacionais. Muitas de suas argumentações são válidas, mas muitas e acho que a maioria, FRANCIEL, senti um excesso de paixão pelo Leão e algum tipo de trauma com a fonte nova. Sem falar que vc politizou demais o texto e estamos falando de futebol. O Barradão é nosso? É! Mas é um estádio deveras defasado e sem solução para o acesso e segurança. A localidade do barradão é muito mais perigosa do que a da fonte nova. No mais, foi um bom texto, só discordo da ideia central, o que é normal numa democracia. Acho que o Vitória não pode fechar os olhos pra modernidade e ficar num estadio defasado, longe de tudo, num bairro inseguro só por birra com o rival e com meia duzia de políticos.

    • J Mocota Says:

      Fabinho, Fabinho…

      O que favorece ganhar título estadual, regional e nacional é localização de estadio ou arrecadação?

      Mocota não entendeu. Você elogia a transformação que PC proporcionou ao Vitória e quer que o Vitória volte para a Fonte Nova?!

      PC comprovou que mesmo jogando distante da Estação da Lapa um clube pode arrecadar muito mais, e por consequência conquistar a hegemonia estadual e o respeito nacional.

      Lembra?

      Perdoe Fabinho, mas na verdade são os torcedores do Vitória que estão querendo voltar para a Fonte Nova é que estão UNICA e EXCLUSIVAMENTE com “birra com o rival” e deixando para segundo plano a sustentabilidade, crescimento e soberania do Vitória.

      Isso fica evidente, quando mesmo existindo a possibilidade do Vitória mudar para a Paralela, vocês ainda sim, preferem que o Vitória vá para Arena Fonte Nova e as sardinhas não tenham o “prazer” de chamar a Arena Fonte Nova de “nosso estadio”.

      Grande coisa…

      O que adianta um cardume de peixes miúdos chamar um estádio terceirizado de “nosso aquário”, quando andam perdendo a maioria dos títulos para quem é proprietário do Barradão?

      Mocota pergunta a TODOS Rubro-Negros que querem voltar para a Fonte e ninguém responde a questão seguir (tente você):

      Onde o Vitória tem possibilidade de arrecadar mais? Na arena Fonte Nova ou construindo a própria arena multiuso na Paralela?

      Serás o Campeão.

      Avante Leão!!!

  65. WILSON L. S.COUTINHO Says:

    ONDE ASSINO ?

  66. carlos leão Says:

    Pessoalmente concordo com a opinião de Mocota.

    Acredito que o retorno para a Fonte Nova seria um equívoco histórico.

    Não se trata de birra, mas sim, da constatação que não teríamos nenhum benefício.

    Quem definiria o preço do ingresso ???????

    Quem acredita que o Vitória ganharia alguma vantagem não concedida ao Bahia pelo consórcio ????

    Vocês acreditam no boitatá ?????

    O Vitória precisa de um Estádio com 50.000 de capacidade ????

    Qtos jogos na Fonte Nova, em 50 anos, o Vitória teve um público desses ?????

    Agora imaginem com a popularização da tv a cabo ??????

    Onde estão os redutos da torcida do Vitória ???? Valéria, Pirajá, Canabrava e Subúrbio Ferroviário.

    Onde estão os redutos da torcida do Bahia ???? Barra e Liberdade.

    Tiririca em traje de gala continua um pateta ou é transformado num intelectual ????

    E o que ocorrerá com o Bahia na Arena Fonte Nova ????

    A torcida ficará mais rica e educada ?????

    A Diretoria atingirá um patamar de eficiência ????

    I. O Vitória precisa de um estádio confortável com capacidade entre 25.000 até 30.000 pessoas.

    II. O Vitória precisa de um estádio situado no norte da nossa capital (nas imediações da paralela – em razão da concentração da nossa torcida).

    III. O Vitória tem um patrimônio de 400.000 m2 que não valia quase nada a alguns anos e, com a explosão imobiliária da cidade, já tem um valor expressivo.

    Neste contexto, o ideal seria lutar pela troca do Barradão pelo Pituaçu.

    Esta sim, seria uma conquista singular para nosso clube.

    Se não for possível, acho que o Vitória deve buscar modernizar o Barradão (o que demanda um investimento de, no mínimo, 10 milhões só no Estádio).

    Neste contexto, acho razoável, inclusive, diminuir a capacidade de público para 25.000 (com a colocação de assentos).

    Ademais, um público menor também facilitaria o trânsito.

    Se o Santos manda seus jogos na Vila com 20.000 lugares, porque o Vitória precisaria de 35.000.

    De fato, o Barradão ainda tem uma localização complicada e, enquanto contarmos com Wagner, nada mudará.

    Mas não existe bem que dure para sempre nem mau que nunca acabe.

  67. Alberto Hiltner Says:

    Sou conselheiro. Apesar de não frequentar muito as reuniões, procuro estar sempre a par do que acontece conosco ( O NOSSO VITORIA). As opiniões são divergentes quanto ao nosso mando quando a Fonte Nova estiver pronta. Pensando racionalmente como time grande que o VITÓRIA deveria ser, a Fonte nova seria a escolhida. Mas…o histórico do nosso rubro negro fora do Barradão não ajuda. FORA ESTE ANO, os nossos retrospectos a nível nacional fora do BARRADÃO são TERRÍVEiS. Em 2011, quando por pouco não chegamos lá, obtivemos 6 triunfos fora de casa. Quando subimos em 2007 foram 4. Portanto…ainda dependemos muito do Barradão. O nosso Estádio….defasado… longe… superado…., ainda é um MAL NECESSÁRIO. Detalhe muito importante. Os custos para mandar jogos no novo estádio, ainda não foram colo.

  68. George Says:

    Fonte Nossa x Barradão x Pituaçu x Arena Multiuso Paralela

    Fonte Nossa: Se for para retroceder e voltar a mandar os jogos na Fonte, que seja com toda a arrecadação de bilheteria e placas publicitária para nós, que assim não teriamos nenhum tipo de prejuizo com a troca de estádio… será que o consórcio aceitaria nossas condições???

    Barradão: Nossa casa… onde conseguimos em 20 anos mas títulos que em 90!!! na minha visão um custo para modernizar a nossa arena ficaria em torno de uns 125 milhões… (tomando por base o gasto que o governo está tendo para reformar a Arena da Baixada do Atletico paranaense) para conseguirmos fechar o Anel, instalar uma Cobertura, Cadeiras e telões. Ai sim teriamos um Estádio com capacidade para uns 50.000 espectadores e uma moderna arena que poderia sim ser Multi-Uso. Conseguindo-se um parceiro para dividir o nome do estádio como Mocota citou ou até os lucros em relação a outro eventos que não seja o futebol isso seria normalmente viável.

    Pituaçu: Melhor localidade que o Barradão em dias de Hoje o Pituaçu tem… não tem como negar. mas particularmente não simpátizo com ele, e acho que a troca com o Governo seria uma coisa meio complicada, não acho que o Estado teria tanto interesse nessa negociação que de fato iria tirar um gasto a mais dos cofres publícos pois o time de Itinga não mandará mas seus jogos lá, e Ypiranga e Botafogo não tem torcida para manter um estádio daquele porte… Mas quando se trata em beneficiar o Vitória o Governo sempre coloca dificuldades.

    Arena Multi-Uso na paralela – Acho ainda uma ideia meio ilusória, pois ainda não temos nada de concreto, nem projeto e nem parceiro, mas com certeza seria a melhor escolha não que o Barradão com todas as melhorias que citei acima não ficaria um belo estádio, mas sim pela localidade que de fato atualmente é muito melhor.

    Por fim, Amo meu estádio, foi lá que cresce vendo o Vitória crescer, mas, isso não faz com que olhemos para o Futuro, para sair de lá na minha modesta opinião só se for para o ainda ilusório Arena Multi-uso, no mas, tome de exemplo o Gremio que abidicou do Histório (para eles) Olimpico, para aderir a modernidade e está levantando um dos mais belos estádios do País que poderia tranquilamente sediar uma Copa do Mundo… Portanto, temos história no Barradão? Sim, inegavel… Mais na minha opinião não é intocável.

  69. Miguel Says:

    Assino embaixo!
    Miguel Freitas Barreto

  70. Rodrigo Santos Novais Says:

    Rodrigo Santos Novais
    Estou na lista já.

  71. Iratan Rocha Says:

    Bem, quando começamos a construir nosso estádio, só contatmos com ajuda de dirigentes rubro negros.
    Agora o governadorédeclaradamente Bahia e, fica divulgando a paixão pelo clube dele.
    Ocorre que não precisamos nem dele , nem da Fonte Nova, possuimos nossa casa que deveráse investir muito mais, isso sim deveremosbuscar, investimentos, tanto nas instalações , quanto no time.
    Claro que a opinião é Barradão.

  72. DEBATE: Qual é a posição dos pré-candidatos sobre NOSSA CASA? | Victoria Quae Sera Tamen Says:

    […] texto publicado neste espaço de discussão com o título BARRADÃO X FONTE NOVA: um debate urgente e fundamental, escrito por Jean Gerbase e referendado por inúmeros colegas de prestígio foi, em meu entendimento, o texto base para […]

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