RECORDAR (não) É VIVER

Tirem as crianças da sala que agora, com o auxílio luxuoso de alguns palavrões, vou dizer uma verdade. “Carioca é tudo filho da puta”.

E nem me peçam exemplos históricos para embasar esta acusação porque não estou disposto a travar debate de alto nível com esta raça de gente ruim.  Apenas contarei brevemente o motivo desta ira ancestral.

Seguinte.

Ontem à tarde, Filipe Quintans, carioca filho da puta com nome de xibungo (desculpe-me as redundâncias), do nada, disse que o time do Flamengo em 1983 poderia ser resumido da seguinte forma: “Bigu e mais 10”.

Coloco caixa alta e pergunto: PRA QUE PORRA ELE FOI FALAR ISSO?

Ato contínuo, lembrei-me que o referido meio-campista foi peça fundamental no inolvidável campeonato baiano de 1985. E pior, digo, melhor, recordei o golaço de prima que ele fez na batalha final contra a Catuense. E, para acabar de lenhar a porra toda, fui ver todos os gols da memorável conquista, especialmente as brocanças (lá neles) do endiabrado nigeriano Ricky.

(Para que não digam que é invenção minha, que estou delirando, apreciem estes dois  linques AQUI  e  ALI)

Ah, seo Françuel, que mal fez o rapaz ? Recordar é viver”, interrompeu-me a moça do shortinho gerasamba, com sua tradicional capacidade de citação mais curta do que a sua indumentária.

Generoso com a referida, sempre aquiesço.

Pois é, minha comadre, eu também fiquei nesta pilha de que recordar era viver e, por culpa do desinfeliz do carioca, fui assistir à peleja contra o Criciúma com as imagens de 85 em minha cabeça. Só que no lugar de Biguivisky (vá rimar na casa da porra!) havia Rodrigo Mancha e, principalmente, na posição de Ricky tinha Neto Baiano.  Ô, desgrória!

Então, amigos de infortúnios, a verdade é que agora eu poderia está agora bem mais tranquilo. Afinal, tenho a clareza de que o futebol deste atual time é aquele mesmo apresentado ontem. Às vezes um pouco melhor, noutras um tanto pior. Porém, o sacana do Quintans me fez lembrar do timaço de 85 e fui ver a peleja no Heriberto Hulse com muita expectativa, achando que iríamos reeditar aqueles tempos.  Me fudi em 18 idiomas.

Mas, não há de ser nada. Já tomei as seguintes decisões. Até o final do mundo e do atual campeonato (o que dá no mesmo) não verei mais os jogos daquele 1985, nem de outros anos pretéritos, e não dialogarei mais com nenhum filho da puta carioca sobre futebol tão cedo.

É isso mesmo. Bola pra frente, sem chutões, por favor, e vamos nos preparar para encarar a labuta diante do brioso Ipatinga no sábado.

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35 Respostas to “RECORDAR (não) É VIVER”

  1. J Mocota Says:

    Oxente!!!

    Que foi isso?!

    Bebeu canjebrina adulterada, com cepacol e metanol?!

    Fumou esterco de bode caipira vencido?!

    É cada uma…

    Onde Rick foi mais artilheiro que Neto Baiano?

    Rick só foi artilheiro na primeira passagem. Na segunda foi uma lastima.

    Neto Artilheiro Baiano, no Leão, é artilheiro sempre (que redundância).

    Quanto a Bigu jogou mais que Mancha, mas não amarra a chuteira de Uelliton capitão e ídolo de Dan Novaes e de muitos outros garotos da base.

    Avante Leão!!!

    • Franciel Says:

      Meu velho,
      havia dito que não responderia aqui às suas infantis provocações (e assim continuarei). Faço uma exceção agora porque o nível de debilidade de suas aleivosias vai de encontro a algo muito sério: o respeito a ídolos verdadeiros, que honraram a camisa do Vitória.
      Poderia mandar apenas você ver os vídeos que indiquei no texto, pois, como sei que você apesar de levar suas insanidades ao extremo, não é burro, poderia dirimir suas dúvidas.
      Mas, além de indicar os referidos vídeos, vou lhe dizer mais two cents.

      Primeiro que o nome do nigeriano é Ricky. Você já começa errado logo no nome.

      Quanto à sua débil provocação de “Onde Rick foi mais artilheiro que Neto Baiano??”.

      Eu lhe direi.

      Logo no início da carreira, no começo dos anos 80, Ricky foi duas vezes artilheiro do campeonato nigeriano.

      Chegou ao Vitória em 1984, época em que o time penava, e já foi logo brocando em ba x VI e sendo artilheiro disparado. Em 1985, ano em que invadi o campo (não sei onde você estava nesta época, já que não havia blogs para você ficar tergiversando), Ricky foi um monstro, além de ser novamente artilheiro do Rubro-Negro. Não era um caneleiro que apenas empurra bola pra redes em regionais, não. Fazia gols e golaços. Tem uma média de gols no Vitória espantosa. E não só no Vitória.
      Para sua orientação, foi duas vezes seguidas artilheiro do campeonato português e vice-artilheiro de toda a Europa.
      Aí, com um currículo deste, você quer manchar a história do cidadão porque el voltou já no fim de carreira para disputar menos de dez partidas no Clube. Se você não respeita ou outros, ao menos se respeite, pois o que você falou não é digno de quem se respeita.

      Quanto a Bigu, nem vou me estender. Afinal, não vou comparar um cara que foi campeão Brasileiro com 20 anos e depois veio ser ídolo no Vitória com nenhum outro jogador que fica invetnando contusões e desrespeitando a torcida.

      Me faça um caldo de cana contaminado.

      Se quiser falar, pode falar, até porque o espaço é livre, mas fique sabendo: não mais lhe responderei.

      • J Mocota Says:

        1º) “Ricky” é para quem não manja. “Rick” é para quem indicou o artilheiro do Brasil em 2012.

        2º) A artilharia de Richard Daddy Owubokiri por outras equipes, é um zero a esquerda para Mocota. Mocota torce pelo Vitória.

        3º) Em nenhum momento Mocota derrespeitou a memoria de Riquinho.

        Apenas, Mocota não aceita a sua campanha para jogar a torcida contra Neto Baiano como foi feito em 2011.

        Neto Baiano foi acusado que só fazia gol de penalty em 2011. Essa pressão levou Benazzi efetivar Fabio Santos.

        Quando precisamos de 01 golzinho de penalty, contra o Bragantino, Fabio Santos foi lá e perdeu.

        Defender democracia para o Vitória, Mocota está do seu lado.

        Mas pode tirar sua cornetinha da chuva que Mocota NUNCA vai lhe apoiar quando você perseguir quem é útil ou conquista destaque pelo Vitória.

        Já que você pede para respeitar a memoria do artilheiro do Campeonato Baiano de 1985, trate de respeitar a presença, títulos, final de Copa do Brasil e dedicação do Guerreiro Uellinton.

        Quando for acusar alguém de simulação, mostre provas.

        Mocota só trabalha mostrando provas, caso você não tenha percebido.

        Avante Leão!!!

    • Dalmo Carrera Says:

      Franciel Cruz. O cara sai com essa: “Fumou esterco de bode caipira vencido” em uma criatividade singular e você chama o sujeito de maluco? Perai Franciel. Fora isto, está claro estamos na fronteira da falta de memória e com o total desconhecimento quando afirma que Uelliton joga mais que BIGU…. Quanto ao “Rick” posso até concordar com Mocota diz, afinal, artilheiro se estabelece pelos números de gols marcados, e neste aspecto não se pode contrariar mocota, neste caso, ele não só pode falar, como pode provar..

    • Colonnezi Says:

      Um sujeito que se refere a si na terceira pessoa merece tomar murro de soqueira e cabo de vassoura no orificio anal.

      • diego Says:

        uauhauhauauauaha! desculpe, Vanélio.. Sou contra qualquer tipo de violência física, que fique claro.
        VV!

  2. Cléber Says:

    Mocota, só pra constar: VAI TOMAR NO CU!

    • J Mocota Says:

      Vou não, quero não, posso não
      Minha mulher não deixa, não
      Não vou não, quero não…

      Avante Leão!!!

      • Canijah de Moreré Says:

        Mocota, você é carioca, viado ou tem menos de 30 anos?

      • J Mocota Says:

        Mocota é o mais legítimo baiano de todos os baianos.

        Vitória da Conquista pariu…

        Salvador criou…

        E as mocotinhas de Paulo Afonso adotou.

        Mocota foi inspirado no brilhantismo de Gláuber Rocha, é movido pelo desejo de liberdade que ainda emana do Pelourinho e gera muita energia para sacudir uma Nação que vive numa eterna “tarde em Itapuã” tocando a velha corneta.

        Canijah de Moreré e senhores!!!

        Abram alas que o menino que deu altas dicas a Charles Miller não costuma agir como as águas do rio que desvia dos obstáculos até ganhar volume e força.

        Mocota…

        ATROPELA AS CORNETAS SEM MEDO DE SER FELIZ!!!

        Tá ligado?

        Avante Leão!!!

  3. Marcilio Says:

    O cara dizer que Neto Chorão Baiano é melhor do que Ricky, ou não entende nada de futebol, ou não viu Ricky jogar. Ricky não era nenhum craque, mas era um jogador que ninguém marcava. Tanto na bola aerea, quanto na velocidade, não tinha pra ninguém. Eu lembro que Aymoré Moreira, então técnico do Vitória, afirmou que Ricky seria o artilheiro do campeonato, antes dele ser regularizado e estrear. Não deu outra. Esse deixou muita saudade.

  4. Raul Marcos Says:

    O Vitoria da Bahia não sobe este ano. O fumo vai entrar, alias já esta entrando. Cuidado com o Ipatinga…

  5. Otto Bruno Says:

    Mococa pode ser o que quiser, mas comparar Ricky com qualquer trambiqueiro artilheiro é dureza. Já se vai mais uma partida que ele passa em branco. Quando precisamos, contra o coxa, nada. Precisamos para qualquer coisa contra o Criciúma, nada… Eu quero que este artilheiro do Brasil vá pra rima.

    Artilheiro é quem marca sempre, quem tem média de gols por jogo, não quem faz vinte gols de penalty e uns outros. De nada adianta brocar o ABC (poderoso…) dentro de casa, nada mais que o obrigado, e tomar uma caixa de gols contra uma equipe de verdade, o Coritiba, e vendo Neto dizer o mesmo discurso:”(…) artilheiro tem que fazer gol (…)”. Para mim, nem Ricky nem Neto são maiores que o Vitória. A diferença é que Ricky fazia gol e não recebia salário decente, nem sequer em dia. A diferença é que Bigu é o maior nome do Vitória pós era amadora, um dos pioneiros em transformar este time em alguma coisa, pois para quem era vivo naquela época, a freguesia para o time de Lauro de Freitas, que como o Barueri e o Guaratinguetá, vai se mudar para Dias D’Ávila (pobre município desgraçado…) era imensa, foi um dos precursores em começar a virada do jogo que se estendeu até 2011 (este ano foi um total fiasco em tudo).

    Uelinton é tão bom que a torcida nem grita mais o nome dele, um desgraçado que disse que jogaria no rival… Pra piorar ainda é desleal, como Neto foi quando queriam ele aqui e ele fez aquela palhaçada pra voltar pro Japão. Uelinton tem mesmo que ser bom, ganha muito bem e em dia, não faz mais que a obrigação, em respeito ao clube que o formou, respeito este que nem sempre esteve à mostra (lembrando a palhaçada dele em juntar uma turminha pra tirar Carpegiani do Vitória, independente das trapalhadas deste último).

    Acho que viuvice de torcedor por jogador já deu. O importante é o Vitória, o resto ganha pra jogar. Sou um fã incondicional de Giovanni, mas nem por ele perco meu tempo para idolatrá-lo ao invés do clube. Gosto dele, torço por ele e por todos os que estiverem com nosso manto. Fui ao estádio até a final do baianão deste ano (comemorar meu aniversário e o do Vitória, mesmo 13 de maio) e não irei mais com a frequência de antes por estar morando no Rio de Janeiro desde este mês (e concordo com tudo que disse o Franciel em relação aos cabras daqui, principalmente no que tange ao futebol), mas já comprei a série B e a A do ano que vem.

    Lembro demais daquele 85, eu com meu pai na Fonte Nova aprendendo o que era ganhar do rival… Esta geração nunca saberá o que foi aquilo… Bigu, Ricky… Só quem estava lá pra ver a importância deles para constatar a realidade atual do clube. O cara era campeão brasileiro e veio jogar num time que lavava a roupa de jogo por não ter outra… estrutura zero. Vestiu e honrou o manto. Poucos fazem ou fariam o que ele fez pelo clube. Não falo de Petkovic porque este último cuspiu no prato que o projetou para o futebol, ignorando o Vitória em tudo e ironizando no programa do Jô, fazendo este gordo ridículo rir ao falar do Leão.

    Acho que Neto tem que fazer gol mesmo, pois ganha, e bem, e em dia, pra isso, mas é fato que o cara nada sabe o que fazer com a bola nos pés, não sabe driblar, conduzir a bola, nada. Sempre que recebe, entre uma jogada e outra, toca para trás. Compará-lo com Ricky em qualquer aspecto técnico é fruto de absoluto desconhecimento da figura do nigeriano, do seu futebol e do que ele fez pelo Vitória.

    E para terminar, se alguém tem alguma expectativa quanto a este Vitória, vou dizer o que disse em Pituaçu, quando um torcedor virou pra mim, que já previa em que mãos iria terminar o título indo para, e me disse “não desista deste time”. Ao tomar o gol de empate, lhe respondi: “vim do Rio para comemorar meus dois ba-Vis e meu anversário no último… eu não desisto do Vitória… Ele é que desiste de mim”.

    Um Vitória que é comandado por quem acha que é um comércio, que valoriza quem não quer jogar lá (Uelinton, Neto Baiano, Neto Coruja, Marquinhos, Ramires… entre outros tantos) e que não tem respeito por seu torcedor, que paga pra ver um Léo jogando, um Gabriel improvisado, com um lateral contratado que ninguém sabe se presta, ao ponto de se preferir um zagueiro tachado de craque que não tem nenhum cacoete de lateral, nem pra estreitar a marcação com Gilmar, que escala e dá a tarjeta de capitão a um cara que falha mais que qualquer outro zagueiro que já passou pelo clube nos últimos anos desiste de nós. Eu é que nunca vou desistir dele.

    Otto Bruno

    • diego Says:

      jogou duro,Otto!
      muito bom!
      VV!

      • J Mocota Says:

        Caro Otto, você já percebeu que os jogadores mais produtivos do Vitória são os mais perseguidos?

        É como o irmão Camilo falou no GE:

        “Vocês tratam Neto Baiano como Leandrão e exigem do jogador o futebol de Ibrahimović.”

        Avante Leão!!!

  6. Otto Bruno Says:

    Mococa, mocota, motoca… sei lá, o que quer que seja…

  7. diego Says:

    infelizmente minhas lembranças de Ricky são quase nulas. na sua melhor fase eu devia estar engatinhando. sei dele por ouvir falar. meu pai sempre gostou do futebol de Ricky.
    Franciel, aquiesça sempre e NUNCA discorde da graciosa moça do shortinho gerasamba,hehe!
    VV!

    • Dalmo Carrera Says:

      Grande jogador Diego, um dos melhores que já passaram pela Bahia e não somente pelo Vitória. Forte, sem técnica apurada, mas com presença de área espetacular, ótimo cabeceador, não corria do pau e fazia gols aos quilos. MAS não marcou tantos gols como o Neto Baiano. Agora noto que essa comparação está sendo feita levando em consideração a PESSOA e não somente o jogador, e neste aspecto, sem duvida, Ricky era duzentas vezes melhor.

      • diego Says:

        pois é,Dalmo.
        comparar ídolo do passado com ídolo do presente é covardia para com ídolos do presente.
        Levando-se em conta as situações adversas do passado e dificuldades em todos os sentidos, ídolos como Ricky e Zé Carlos( Zé Pochete não! O do Jahia,é claro.rsrs!) são verdadeiros heróis!
        VV!

  8. Roberto Almeida Says:

    Rapaz,
    só Franciel mesmo para ainda suportar este “mocota”. Todo lugar que o cara chega é pra tumultuar, provocar, pirraçar.

    Fábio monteiro expulsou ele, Lari num quer nem ouvir falar o nome do cidadão.

    Isto é uma praga. Se eu fosse Franciel, bloqueava também. Afinal, uma pessoa que não tem coragem de assumir o próprio nome, pois soube que o nome dele é outro, não merece ter espaço em lugar algum.

    • J Mocota Says:

      Respeite Fabio, rapaz!!!

      Fabio evoluiu.

      No espaço de Fabio, antes não se podia elogiar Ricardo Silva. Hoje já pode.

      Faça um teste.

      Larissa é um amor de menina. Brigamos por ela pegar no pé de Neto Baiano em 2011.

      Como Larissa torce pelo sucesso do Vitória, em 2012, ela está apoiando a artilharia de Neto Baiano.

      ———————————

      Mocota aproveita a oportunidade para parabenizar os rubro-negros Valmerson, Lucas Serra, Mauricio Nainberg e João Paulo Oliveira que acreditam e exercem a democracia na essência.

      Avante Leão!!!

  9. elmo Says:

    De todos os jogadores que ja tiveram a satisfação de vestir o nosso manto sagrado e eu infelismente não tive o prazer de acompanhar de perto três são lembrados com um maior carinho, brilho nos olhos e grande entuziasmo pelos torcedores mais antigos, são eles Sena, Biguivisk e Ricky.

    Da minha epoca, eu vi pouco mais vi, Arthurzinho e Ze Roberto Já Ramon Menezes, Adoilsom, Rodrigo(lateral) e Pet vi bastante.

    SRN

  10. J Mocota Says:

    Larguem de cheiromolismo.

    O estudo sobre os efeitos malignos das cornetas não é de hoje não.

    Nas arquibancadas da Fonte Nova o que se mais se ouviu era que:

    – Ricky é um artilheiro caneludo que só faz gol na base do bufo-bufo.

    – Bigu é o Rei dos carrinhos. (Seria o inicio da era Dunga?)

    Sem deixar de lembrar de Luis Carlos, em 1990, excelente camisa 10 que veio do Flamengo e as cornetas ecoavam dizendo que o meia só veio para cá por que não prestava. Se prestasse o Flamengo não teria liberado.

    Torcida formada em sua maioria de corneteiros desde de 1899 e vem agora posar de saudosista?

    Homenagens pelo que fez Bigu, Ricky, Vanderson, Viáfara, Bida… TODOS que conquistaram títulos, pelo clube, merecem.

    O “Encontro com o Ídolo” deveria ser um evento quinzenal e não um evento com objetivo de atingir a diretoria, em seculos em século.

    Entendam de uma vez por todas, que quem pode entrar em campo agora para conquistar 03 pontos é o Uellinton e o artilheiro do Brasil, e não Bigu e Ricky.

    Utilizar Ricky para atingir Neto Baiano é a mais pura maldade.

    —————————————-

    Novos discursos velha cornetas…

    Fala de Gil Sergipano após classificação do Vitória para as finais de 1993.

    – Nós merecíamos o apoio deles. E hoje eles realmente comprovaram que estão conosco.

    ————————————————

    Oxente!!!

    Na ultima rodada da fase de classificação, que os jogadores foram ter certeza que a torcida estava jogando com o time?!

    E ainda querem convencer Mocota que 08 anos antes a torcida era 100% Ricky e Bigu?!

    É melhor você ficar calado mesmo, viu Franciel?

    Pois Mocota só fala a verdade.

    Doa a quem doer.

    Como Mocota não é adepto de acusações sem provas, segue link:

    Avante Leão!!!

    • Otto Bruno Says:

      Definitivamente, o senhor desconhece por completo quem foram estes atletas e o que fizeram pelo Leão. Lamento o senhor não ter estado lá na fonte daquela época. Eu estive. Estas afirmações em relação a Bigu e Ricky passam léguas da realidade. Se alguém aqui quer colocar assuntos em pauta, que o façam, mas com a responsabilidade da verdade.

      Otto Bruno

      • J Mocota Says:

        Otto tu larga de conversa fiada…

        O pai de Mocota conhecia Carlinhos da Leões da Fiel.

        Existia um grito de guerra da Leões que era:

        “Ei, Bahia!!!

        Deixa de história

        Quem manda nessa p***

        É a torcida do Vitória!!!”

        O original que Mocota criou foi:

        “Ei, Bahia!!!

        Sua bun**

        Em minha tora

        Quem manda nessa p***

        É a torcida o Vitória.”

        —————————————–

        Nessa época Zé Bin tinha a fuleragem de pegar os jogadores e levava até a torcida pelo braço.

        Depois que a torcida gritava o nome do jogador, a torcida gritava:

        Zé Bim… Viaaaaaaaaad*!!!

        ——————————————-
        Toda vez que a PM passava em frente da Leões da Fiel a galera ditava o ritmo…

        1,2… 3,4… na PM só tem viad***

        1,2… 3,4… na PM só tem viad***

        ———————

        A Leões quando estava retada com algum treinador metia o que podia no banco de reservas:

        – Radio de pilha, pilha, sandália, rolete, pau da bandeira…

        ————————-

        Quando o Vitória levava algum sapeca das sardinhas, Mocota já viu corneteiro queimando a camisa nos papeis que sempre eram queimados nas arquibancadas da Fonte Nova.

        ———————————————–
        Mocota foi criado no IAPI. Estudou no Emanuel Kant.

        Diretores Natálio Dantas e Profª Jane.

        Na época Natálio saiu candidato a Deputado Estadual e Urbano a Federal.
        ———————-

        O goleiro Borges morava na Cidade Nova…

        Pedro Haroldo foi uma eterna promessa…

        Julinho só fez sucesso no Chile…

        A galera não suportava Dema…

        A campanha de Lula para presidente começou no Vitória, naquela época:

        Tívemos: Lula, Lulinha, Lula Paulista e Lula Mamão… (kkkkkkk….)

        Mais trombador que Ricky, Mocota só viu no Vitória Edvaldo PT.

        Assista o link que Franciel disponibilizou e conte quantos gols Ricky fez na categoria.

        Mas tenha certeza que cada gol daquele, Mocota vibrou como o gol olímpico de Petkovik contra o Palmeiras.

        —————————-

        Otto…

        Franciel que é Franciel não ganha uma na dividida pra Mocota.

        Você chegou agora e já pensa que é gente grande?

        Vai te criar menino!!!

        Avante Leão!!!

      • Paulo Says:

        Sua arrogância me dá nojo, mocota. Tenho vontade de vomitar cada vez que leio algua coisa vomitada por você.

        Nos faça um favor, SE MATE!

      • J Mocota Says:

        E deixar as cornetas continuar atrapalhando o crescimento e sustentabilidade do amado Rei Leão?!

        Jamé…

        ——————–

        O mocotismo veio pra ficar…

        “E não adianta
        Vir me detetizar
        Pois nem o DDT
        Pode assim me exterminar
        Porque você mata uma
        E vem outra em meu lugar…” (by Raul Seixas)

        uashuashuashuashuashuashuashuashuashuashuash…

        Avante Leão!!!

  11. diego Says:

    Franciel, meu texto novo exaltando a esplendorosa forma física do Zé de Criciúma:
    http://www.futebolbahiano.com/2012/05/ec-vitoria-seis-pontos-no-barradao.html
    valeu!
    VV!

  12. Mirne Says:

    Vicetória, minha vida, minha pia entupida. Hahahahah…..

  13. Terê Says:

    Francis,mais uma vez: GENIAL!

    Só não concordo com a parte do carioca….bota paulista no lugar, seu França. Os cariocas tem uma pegada incrível e mais alguns adjetivos impublicáveis nesse respeitosa emissora de família..rs…Salvem os cariocas!

    bj

    Terê

  14. Otto Bruno Says:

    Ô Mocota, que rima com “idiota”, você não me conhece, portanto ao me chamar de menino respeite meus quarenta anos, a serem completados no próximo 13 de maio, mesmo dia do Leão. Suas xurumelas não demonstram conhecimento futebolístico contra um cara que já teve inclusive um site que cobria o Vitória com vídeos de treino e entrevistas. É, palhaço, eu estive muito mais próximo do Leão que suas imbecis palavras. Cantar gritos de guerra de meu amigo irmão da finada LDF não demonstra saber. Só pra te lembrar o site: meuvitoria.com. Infelizmente, fatores financeirose impediram de prosseguir com meu trabalho voluntário para o torcedor e para o clube. Se quer aparecer, vista sua camisa na bamor

  15. Otto Bruno Says:

    Ô Mocota, que rima com “idiota”, você não me conhece, portanto ao me chamar de menino respeite meus quarenta anos, a serem completados no próximo 13 de maio, mesmo dia do Leão. Suas xurumelas não demonstram conhecimento futebolístico contra um cara que já teve inclusive um site que cobria o Vitória com vídeos de treino e entrevistas, que fez pós em radialismo para ter DRT (6981) e poder trabalhar cobrindo meu time, que fiz no site e em rádios podcast.

    É, palhaço, eu estive muito mais próximo do Leão que suas imbecis palavras. Cantar gritos de guerra do passado ou falar de Zé Bim, conhecer meu amigo irmão da finada LDF não demonstra saber. Só pra te lembrar o site: meuvitoria.com. Infelizmente, fatores financeiros impediram de prosseguir com meu trabalho voluntário para o torcedor e para o clube. Se quer aparecer, vista sua camisa na bamor.

    Perdoe-me, amigo Franciel, mas enquanto este merdinha estiver publicando ridicularidades neste blog eu me ausentarei daqui. Tens meu e-mail, se preciso for.

    Otto Bruno

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