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Sob o signo da boréstia (Volume 2)

fevereiro 24, 2012

O futebol pode ser acusado de tudo, de ópio do povo, alienador, entorpecente, o caralho aquático – menos de não ser algo contagiante. Isso não. Vejam, por exemplo, o caso deste intrépido e intimorato locutor.

Conforme é de conhecimento do Norte e Nordeste de Amaralina, sempre andei mais acelerado do que o Ben Jonhson dopado, escrevendo na base de 259 baites por segundos. No entanto, já tem mais de 10 dias que não digito uma só palavra sobre o ludopédio. Aliás, não foi à toa que o último textículo aqui nesta emissora trazia como título Sob o Signo da Boréstia. Assim estava na ocasião – e assim continuo, contagiado pelo malemolente ritmo do brioso Esporte Clube Vitória.

Então, para sair desta maresia e tentar dar uma animada, na última quarta-feira de cinza, possuído por uma ancestral ressaca, decidi fazer algo que contraria a minha religião: desapertei a tecla mute no aparelho de TV. E, em verdade vos confesso: não me arrependi. Pagou o ingresso ouvir a narração vibrante e vibrática de Tiago Mastroiani, os comentários abalizados de Darino Sena e, especialmente, as análises perfunctórias de Serapião.

Que beleza! Para quem perdeu a referida epopeia, relato alguns lances. A eles.

Um jogador do Atlético de Alagoinhas dá uma botinada no lateral Romário (sim, lateral, ala é a puta que o pariu!). O jogo segue e outro atleta do equipe Carcará desce o sarrafo em Mineiro. Esta última falta, registre-se, não tão violenta quanto a anterior. Porém, os três especialistas ficam intrigados porque o juiz, Arilson Gerasamba da Anunciação, aplicou cartão para o que fez a primeira falta – e não para o segundo…

Ok, ok. Ficou confuso, né? Mas foi o melhor que pude fazer. Quem viu a transmissão e a chibança na hora ficou mais desnorteado ainda, pois não houve repeteco da jogada anterior e eles falavam ao mesmo tempo, parecendo que estavam vendendo verduras na Feira de São Joaquim.

Porém, o que me chamou mesmo a atenção na transmissão foi a certeza, a segurança, a convicção, com quem Serapião falava, especialmente para elogiar o bandeirinha. “Rapaz com atitude, ativaço”, no dizer do comentarista.

Ativaço? Eu, hein, santa!

Pois muito bem. O tal ativaço da bandeira errou um impedimento de mais de oito metros, mas Serapião na hora largou a seguinte. “Bem interpretado e marcado”. Pouco tempo depois, no intervalo, provavelmente por ter levado o esporro de alguém na emissora, ele fez o mea culpa.

Enquanto isso, Darino era um poço de coerência. Se o Vitória ia para o ataque uma vez, ele dizia que o Leão estava encurralando o Carcará. No instante seguinte, bastava um erro do Rubro-Negro, que ele logo sentenciava: “O Vitória hoje está fazendo uma péssima partida”. E ficou assim alternando até o apito final.

PUTAQUEPARIU A VOLUBILIDADE!!!

Por sua vez, Tiago Mastroiani, ficava sempre querendo falar do sardinha de itinga. Ô doença. Se o zagueiro do Atlético dava uma braga, ele logo lembrava de um lance de Leo Fortunato num ba X VI de antanho. Teve uma hora que deu vontade de mandar cancelar os campeonatos dos últimos dez anos e entregar um título qualquer para a equipe dele só para ver se parava o choro.

Pois muito bem.

Se eu tivesse um tantinho assim de vergonha na cara, depois de tanta chibança, ficaria uns seis meses sem ver futebol na TV ou ir ao estádio. Contudo, descarado que sou, no próximo domingo estarei no Santuário orientando o Leão contra o poderoso Serrano. Talvez assim consigamos melhorar um pouco esta nossa campanha, que é a pior dos últimos 548 anos.

P.S Fiz questão de não corrigir o texto. Este Valerão/2012 não merece.

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SOB O SIGNO DA BORÉSTIA

fevereiro 13, 2012

Na sua grandiloquência melodramática, Nelson Rodrigues sentenciou que o fla x flu teve início 40 minutos antes do nada. Já este rouco e humilde locutor, na falta de talento, recorre à idiota objetividade para informar que o BA x VI começou um pouco depois, mais precisamente no dia 10 de abril de 1932. Portanto, neste ano da graça de 2012, o mais importante clássico do Norte e Nordeste de Amaralina, a mãe de todas as batalhas, completa exatos 80 anos.

Só esta importante efeméride (receba, hereges, uma efeméride nos mamilos) já bastaria para dar uma dimensão ainda maior à peleja. Contudo, além disso, havia um exuberante sol de domingo, arquibancadas lotadas e outras mumunhas, a exemplo da venda de cerveja dentro do Estádio. (Cerveja é modo de dizer. As cantinas estavam negociando schin). E, para apimentar a chibança, como sói ocorrer em disputas desta natureza, existiam também as novidades. E a principal delas era a presença nas casamatas rubro-negra e tricolor de Falcão e Cerezo, que dispensam apresentações e adjetivos. Ou melhor, dispensavam. Após a partida de ontem, já posso afirmar sem medo de errar que, enquanto técnicos, eles foram bons meio-campistas.

Derivo. E vou derivar mais.

Antes de continuar falando das (pífias) performances dos referidos na beira do gramado, é preciso retornar ao início deste inconsequente fevereiro. Na ocasião, conforme já é de conhecimento do Rio Grande do Sul e de uma banda de Santa Catarina, a Bahia foi vítima de um trágico motim da Polícia Militar, que provocou mais de uma centena de mortos. Além da horrenda carnificina, a aleivosia dos meganhas baianos deixou como triste saldo uma cultura de pânico, de desespero, de medo de perder as coisas. E este clima de terror atingiu todos os becos, ladeiras, vielas e outros locais menos inóspitos. Não seria o futebol, portanto, que desta lei da selvagem natureza iria ter isenção.

E foi assim que, muito provavelmente em consequência da greve/motim da polícia, o primeiro BA x VI do ano, o jogo que estava marcado para ser inesquecível, tornou-se apenas e tão-somente um arremedo de clássico.

Como assim? Explico. Para combater o fantasma beligerante que assombrou Salvador, surgiu nas (mal) ditas redes sociais uma campanha para que o clássico fosse “o jogo da paz”. Até aí, tudo bem. Esta cultura da não-violência fora dos gramados é mais do que bem-vinda. A paz, porém, não pode ser confundida com covardia.

E o que se viu nos arrastados 90 minutos foi uma apatia generalizada. Não houve um único lance digno de nota. Os jogadores pareciam estar sob o signo da boréstia. Não existiram nem mesmo as inúteis provocações dos atacantes rivais. Um beliscão? uma dedada no goleiro? nada e nécaras. Reinou a paz dos cemitérios.

Ah, sim. Volto a Falcão e Cerezo para dizer que eles foram os principais responsáveis pelo horrível espetáculo. Para que vocês tenham uma idéia, o técnico do Vitória entrou em campo com quatro volantes. Na verdade, cinco, pois o lateral esquerdo (ala é a puta que o pariu) era um meio campista improvisado no setor. Já Falcão parece ter orientado o time a se poupar para o Carnaval. Só isto para explicar que o time, em seu mando de campo, tenha se comportado parecendo uma mocinha de chá que limpa a boca com guardanapos de cinco em cinco minutos.

Na minha imodesta opinião, para que o bom e velho BA x VI volte a ser disputado com fervor, faz-se mister dispensar os técnicos ou então que eles se livrem desta covardia travestida de bons modos. Afinal, como não diria o Edir Macedo dos gramados, o medo de perder tira a vontade de ganhar.

E chega de boréstia!!!

P.S Texto escrito especialmente para o IMPEDIMENTO

A beleza deve sucumbir ao terror?

fevereiro 9, 2012

Na última segunda-feira, prometi que retornaria a esta intimorata tribuna no day after para discorrer sobre o golaço de Artur Maia contra as sardinhas feirenses.  No entanto, igual às otoridades baianas, não cumpri a promessa porque me guiei pelo seguinte mantra: não deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã.

Assim, como dizem os xibungos, acabei perdendo o timing, pois neste interregno (recebam, fariseus, um interregno pelos mamilos), aconteceu a longa noite de terror. É óbvio que não falo da putaria na PM porque isto aqui é um recinto sério e não vou perder meu tempo com aquela falta de esculhambação. A referida e tenebrosa noite de que trato ocorreu nesta quarta-feira, no Adauto Moraes, em Juazeiro.

Quanto disgrama horripilante foi aquela, meu povo legal, meu povo jóia? O campo estava uma lástima, não merece nem ser chamado de pasto, os jogadores numa boréstia de fazer inveja a Dorival Caymmi e o destaque do jogo, como disse o menino Anrafel, era mais feio do que tudo isso junto. Foi feiúra pra mais de metro.  Aliás, agora entendo os porquês de alguns amigos cearences chamarem aquele baixinho de Clodoalcool. É que a canjebrina corroeu a face do referido.

VÁ ASSOMBRAR A MÃE DO DEMÔNHO COM TANTA FEIÚRA!!!

Por falar em assombração, aquela zaga do Vitória não assusta nenhum adversário – até porque  qual atacante vai ter medo de uns meninos amarelo, parecendo que foram criados com vó em apartamento de chinelo e meia? Eu já ensinei aqui, mas repito. Seguinte é este: Para atuar na zona do agrião, o sujeito  deve possuir a piedade de um matador de aluguel de filmes B – e não aquela carinha (e jeitinho) de guri de playground.

Pois, então, amigos de infortúnios, diante de tanta e tamanha chibança acabei não falando sobre o golaço de Artur Maia. Mas, agora, veio-me a dúvida: será que a  beleza deve mesmo sucumbir ao terror, à feiúra? Não e nécaras. Mais do que aquela patacoada de ontem, o que merece ficar registrado nos anais (de lá ele) históricos é a maravilhosa jogada de domingo.

Para os que não sabem como foi possível, contarei agora toda a anatomia daquela obra prima, que, modéstia às favas, teve 64,37% de minha humilde contribuição.

Senão, vejamos.

O ponteiro do relógio já estava nos estertores, dava a última volta, como diria os locutores de antanho, quando a bola sobrou para o número 5. Não falei nada porque não lhe dirijo a  palavra. Portanto, não participei do início da trama. No entanto, quando a  pelota chegou nos pés de Marquinhos, eu bradei educadamente: CRUZA ESTA PORRA, SEU FILHO DA PUTA MAGRO!!!

Obediente, o garoto franzino mandou a criança no peito de Neto. Aí, o trabalho de exorcização foi duro. Afinal, tirar a ruindade daquele couro só com muita mandiga. Saquei do coldre dois litros de cepacol e falei mais alto ainda, assim, tipo num corpo 18 times new romam e em negrito.  SAI DAÍ, RUINDADE, QUE ESTE CORPO NÃO LHE PERTENCE (Alô, Elmo!)

E minha ordem foi cumprida. O desinfeliz, depois de se estrebuchar todo, ficou tão nervoso que, ao invés de dar uma de suas pixotadas clássicas, dominou a criança no peito com a categoria de um, digamos assim, Butragueño do Nordeste de Amaralina e rolou para Artur Maia. Neste exato instante, tentei perguntar: Artur, lembra daquele chute que meti lá em Itap…

O sacaninha nem esperou este rouco e humilde locutor terminar a frase e mandou um balaço na ex-habitação da coruja.

Uma beleza. E é esta beleza, este espírito de saber que o impossível é só um desafio, que deve prevalecer no jogo de domingo contra as sardinhas.

O resto é terror barato – e num merece nem minha vaia.

Enfim, o Futebol (sem covardia)

fevereiro 6, 2012
Estes tempos temerarios, que assombram nossa besta e (ainda) bela provincia, colocaram o medo na (des) ordem do dia. Porem, ao contrario do que pensam alguns incautos, o medo, por si so, nao se constitui em um problema.  O inverso pode ser o verdadeiro. Ter medo nao eh feio. Alias, historicamente, na trajetoria da humanidade neste vale de lagrimas, o medo foi (e eh)  responsavel por promover nossa sobrevivencia. Ele, o medo, pode ainda proporcionar mudanca, pois, em certas ocasioes, nos incentiva a tomar atitudes. O que eh abominavel eh a covardia. Esta, sim, eh condenavel e soh nos encaminha para imobilizacao.
Eh obvio que nao vou falar aqui sobre o que vi e ouvi nos ultimos dias nas ruas, becos, ladeiras e vielas de Soteropolis porque daria um tratado sociologico, mas no fundo tudo se resume a duas palavras: FALTA DE ESCULHAMBACAO. Entao  nao gastarei minha voz rouca com esta putaria.
Vou falar eh de jangada, que eh pau que boia.
Comecei falando sobre a diferenciacao entre medo e covardia porque eh fundamental para entedermos o que se passou com o Vitoria neste inicio de campeonato. Desde a partida contra o ECPP lah em Conquista, o tecnico Toninho Cerezo lancou mao de tres volantes. Na ocasiao, achei compreensivel porque iriamos jogar fora de casa, contra uma equipe arrumada, que eh candidata ao G-4 , e, principalmente, porque  a zaga, com o menino Dankler jogando pedra em santo, nao inspirava confianca.
Pois muito bem. Ou melhor, pois muito mal, porque o nosso tecnico achou que a covardia dos tres volantes era o caminho a ser seguido contra os fraquissimos itabuna e flu de feira. E o que eh pior: tres volantes contando com o auxilio preguiucoso de Lucio Flavio, que eh mais lento do que as obras do metro de Salvador. Como resultado, colhemos dois empates vergonhosos.
Diante disso, ontem ele fez o que deveria: abandonou a covardia. Eh fato que corremos risco. Poderia ter dado tudo errado. A sardinha feirense, inclusive, comecou tocando a bola e poderia ter levado o jogo em banho maria e saido com um empate.
Mas fomos premiados pela ousadia. E, numa bela jogada de Mineiro, Dinei abriu o placar. Na sequencia, o menino Arthur Maia mostrou uma vez mais que num estah pra graca. Deu uma arrancada de deixar messi com inveja, encarou e driblou os zagueiros e sofreu penal. Neto cobrou o melhor penalty de sua carreira e botamos 2 x 0 no placar. No placar eh modo de dizer, pois o data show continua uma lastima. No final da primeira etapa, numa falha do goleiro fizemos o terceiro.
A verdade, porem, eh que o placar, digo,  o datashow, foi elastico para o futebol apresentado. Basta lembrar que Dinei, durante boa parte do primeiro tempo, teve que voltar ao meio para armar jogadas, jah que aquele camisa 10 eh um passageiro da agonia.
Por falar no referido, o segundo tempo comecou com a cara do disgramado, numa maresia do cao. E ia nesta batida ateh que Marquinhos comecou o aquecimento. Antes mesmo de entrar em campo, ele jah modificou tudo, contagiando a torcida. E nao soh a torcida. Até este malamanhado teclado canandense melhorou, conforme vocês verão a partir de agora, com acentuação correta e as porras.
O sacana franzino entrou (lá ele) com gosto de querosene. Toques rápidos, dribles desconcertantes, inteligência na movimentação, chutes a gol e o caralho aquático. É fato que a saída do atual camisa 10 (num escrevo mais o nome dele) e a entrada de Geovani contribuíram para a melhoria do time. Aliás, nem mesmo quando fez três gols no deslumbrado sardinha de Feira, o time jogou como nos momentos em que Marquinhos estava em campo.
É importante, porém, que fique registrado para a posteridade que o retorno de Marquinhos não foi marcado somente pelo bom futebol, não. Houve algo além e indizível. Poderia chamar de vibração. No entanto, foi mais que isso: foi uma especie de catarse. Inclusive, mesmo após o término da partida ele vibrava como se tivesse feito oito gols. Enfim, nestes tempos temerários, Marquinhos não teve medo de ser feliz nem de fazer a  torcida feliz.
E foi assim, numa jogada que ele teve a participação decisiva, que o Barradão assistiu a um dos mais belos gols de sua história. Mas isto é outra história, que contarei amanhã, porque o estoque de Cepacol acabou desde ontem e a putaria ta comendo solta aqui na repartição onde labuto.

Enfim, boas noticias

fevereiro 3, 2012

Na madrugada deste inolvidavel dia 2 de fevereiro, antes mesmo da alvorada para Iemanjah, milhares de ouvintes jah estavam na porta desta intimorata emissora implorando para ouvir a mais abalizada, esperada e aliterada resenha do Norte e Nordeste de Amaralina.

Porem, soh agora, mais de 24 horas depois da peleja, eh que me prosto diante deste teclado malamanhadamente internacional para proferir meus two cents sobre o tema, pois sou igual a Lucio Flavio: Num tenho pressa pra porra de nada.

E assim, na maresia, volto aos microfones para dizer que, ao contrario do que pode supor os cretinos objetivistas em suas vas filosofias, nem tudo foi ruina no pessimo empate contra o fraco Flu de Feira. Tivemos tambem boas noticias. A primeira de todas eh que teremos um importante reforco para o jogo de domingo contra o sardinha feirense: Dankler nao joga. Esperamos que o TJD lhe aplique um bom gancho, porque neste periodo ele poderah refletir sobre o uso de suas energias em coisas mais produtivas, como, por exemplo, numa plantacao de mamona. A agricultura brasileira precisa de gente jovem e disposta.

A outra boa noticia nao terah efeito imediato jah no proximo domingo. Porem, pelo que demonstrou no pouco periodo em que passou em campo, Dinei nos deu a certeza de que, em breve, poderemos contar novamente com um jogador que honre a 9 do Leao, que jah foi de Ricky e Andre Catimba.

E quando dou alvissaras ‘a volta de Dinei nao eh somente porque ele joga muito mais do que o atual titular, mas tambem porque ele nao nos farah passar vergonha do tipo desta aqui, oh, que saiu no Globo Esporte. ‘As aspas com negrito. ‘Qualquer jogador do Bahia de Feira mete medo’, admite Neto Baiano.

Jogador da sardinha feirense mete medo? Assim fica DIFICIU. Como disse o menino Joao Andrade, ‘o que realmente mete medo, Seo Fracuel, eh a baixa qualidade do futebol apresentado por este rapaz”. Oh, desgroria!!!

Mas, voltando a Dinei, seguinte eh este. Creio que quando Marquinhos estiver em forma e ele contar com o auxilio luxuoso de Mineiro chegando por tras (de lah ele), o sacripanta vai balancar as redes com gosto de querosene e, assim, nos ajudar neste nosso imperativo e inadiavel retorno ‘a elite do futebol.

E ai, meus amigos de infortunios, eu vou poder economizar no cepacol e comprar um teclado novo.
Amem.