Paradoxos Cariocas

Logo depois que o canalhocrata pernambucano Nielson Nogueira Dias assoprou seu inescrupuloso apito pela última vez na peleja entre Vitória X Flamengo, na noite de ontem no Engenhão, a seguinte e paradoxal pergunta pairou sob o céu nublado da capital fluminense: Como é que diversos jogadores produzem bem abaixo da média (e do que são capazes) e ainda assim a equipe consegue fazer uma boa partida?

Repetindo: Como é que diversos jogadores produzem bem abaixo da média (e do que são capazes) e ainda assim a equipe consegue fazer uma boa partida? Foi exatamente este questionamento que fiz ao ver o Leão derrotado por 2 x 1 pelo rubro-negro carioca.

Depois de me raciocinar todo, coloquei a culpa na geografia. Sim, na geografia, pois, mais do que qualquer outro local de Pindorama, o Rio de Janeiro tem um inexplicável fascínio pelos paradoxos. Aqui tudo é três ou novecentos. A beleza e a perversidade coexistem de forma obscena  e inadmissível. A cidade é extravagantemente bela e terrivelmente perversa com a maior parte de sua população. As mulheres são lindas e insuportavelmente chatas. A riqueza zomba da pobreza e vice-versa, pois os miseráveis não perdoam os que esnobam até o supérfluo. Além de tudo isso, sabedoria e burrice também atingem patamares altíssimos. Tudo aqui causa atração e repulsa – até o sotaque.

E o futebol, enquanto representação da vida, não consegue fugir a estas determinações. Os times considerados grandes não têm sequer uma mísera casa, um campo de treinamento aceitável. No entanto, esbanjam os trinta dinheiros nas concentrações dos hotéis de luxo.

É óbvio que estas síndromes dos paradoxos e das contradições contaminam até os mais ilustres visitantes, como no caso do Brioso Vitória. No jogo de ontem, por exemplo, alguns dos principais jogadores do time estiveram numa jornada infeliz. De nossa zaga, que é uma das melhores do país, só se salvou o menino Victor Ramos. Viáfara, um dos goleiros com maior domínio de bola do país, não conseguiu sair jogando uma só vez – e ainda entregou a rapadura num chute bizarro que deu origem ao segundo gol. No meio-campo, VANDERSON retroagiu, teve um revertério e lembrou os seus piores momentos no Vitória, quando se destacava apenas pela violência e falta de habilidade. Apodi, que já é uma contradição ambulante (um instante faz uma jogada genial e em outro um lance estúpido), não conseguiu reeditar seus momentos de brilho. E a promessa Elkesson não mereceu nem mesmo o nome de promessa.

Inobstante todos estes problemas,  o Vitória jogou bem e merecia um resultado melhor, por mais paradoxal que possa parecer.

E como este negócio de contradição e paradoxo é mais contagioso do que a gripe do porco, nem mesmo este cartesiano locutor ficou imune. Por isso, vos digo: a derrota não foi um  péssimo resultado. Ao contrário. Até fará bem a este jovem time do Vitória. E, antes que me acusem de maluco, mais do que já mereço, explico.

Seguinte é este.

Este revés servirá para dar um freio na garotada. Eles precisam tirar o salto e voltar a jogar com garra e determinação em todos os jogos. Não podem se deixar picar pelo mosquito da arrogância. Têm que saber quais são suas virtudes e limitações. E, amigos, em verdade vos informo: um triunfo ontem, que nos levaria à liderança provisória, poderia mexer ainda mais com a cabeça da gurizada.

E foi exatamente por isso que, quando saí do Engenhão na noite de ontem, não estava abatido pelo fracasso. O inverso é verdadeiro. Primeiro, porque o time não se acovardou um só instante. E, principalmente, porque reforcei a convicção de que, mesmo quando muita coisa dá errado, há algo certo com este time: há comando. 

E ademais (recebam, hereges, um ademais pelos mamilos no fim da transmissão) sempre sigo as orientações e ensinamentos do povo do Norte e Nordeste de Amaralina, que ontem à noite saiu em passeata pelos morros aqui do Rio de janeiro com as seguintes palavras de ordem que salvam e libertam:

ESTE CAMPEONATO É IGUAL A MINGAU QUENTE
POR ISSO VAMOS COMÊ-LO PELAS BEIRADAS

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15 Respostas to “Paradoxos Cariocas”

  1. Logan Says:

    Um aplauso meu a torcida, que apesar de ainda dever em casa (10 mil é pouco e não tem desculpa que me conveça do contrário), deu um showzinho ali naquele cantinho do Engenhão que foi bonito de ver.
    Mais um paradoxo do Rio.

  2. Manoel Novaes Says:

    Sêo Franciel, eu tambem estava lá, eu vi vc, eu vi a Larissa, e fiquei muito feliz, não pelo resultado, mais sim, pela quantidade e qualidade da nossa torcida no Engenhão.

    Abraço

  3. Zedagalera Says:

    A quem interessa esta cantilena?

    Putz, que texto foi esse Franciel…onde vc quer chegar com esse escrito, o que é que acrescenta ao seu time? Vc que alguns artigos atrás, criticava os torcedores que ficavam escutando rádio e se emprenhando pelo ouvido, está agora fazendo o mesmo? !!!!
    Você (Larissa, André Dantas, Fábio…) e outros craques do texto, como formadores de opinião que são (assim os vejo), que deveriam sempre estar incentivando, fustigando, intrigando nossa torcida a participar mais das coisas do nosso clube, vem com esse texto que serve só e unicamente para o conformismo e comodismo de parcela considerável de rubronegros …. vc quer tapar o sol com a peneira? A quantos anos existe o plano de fidelidade? A direção pretende chegar a 20.000 sócios no SMV até o fim do ano e ainda não chegamos a 7.000. E não venha com desculpas de acesso pois sabemos que o mesmo está sendo resolvido e ainda não o foi pelo fato da direção está priorizando (acertadamente) o pagamento de salários que estavam em atraso. E pq estava em atraso?

    Outro detalhe, que mané “EMBASAMENTO” é esse feito pelo pesquisador Alexandro Ribeiro? Números? Simplesmente números, é isso? Qporraéessa!!!!!
    Pede a ele então ou por favor (ou a alguém que tenha “EMBASAMENTO”), para tira-me as seguintes dúvidas:

    DIZ ALEXANDRO,
    “Em 11 anos de plena utilização do Barradão (95 a 2005) tínhamos uma média de 213 mil pessoas ao ano”… Já nos últimos 3 anos, a média subiu para 482 mil (mais que dobrou, para ser mais exato, 126%).

    DÚVIDAS:
    Você ALEXANDRO, é pesquisador ou é matemático que gosta de brincar com os NÚMEROS, fazendo aqueles joguetes com as operações fundamentais de que se somarmos ou subtrairmos antes de multiplicarmos… e por aí vai, não conseguiremos achar a resposta correta, ou somos levados a acreditar em algo que não é verdadeiro. Pesquisador ou matemático?

    Na década de 90 vc foi alguma vez ao bairro de Cana Brava?

    Se já,,,, lembra do ar puro, do acesso, da segurança e bem estar da região naquela época?

    Lembram das inúmeras ressalvas que fazíamos, quando levávamos nosso amigos, que nem sequer sabiam onde ficava ou como chegar ao HOJE monumental Manoel Barradas?

    Após responde as questões anteriores, fazendo um comparativo, e “EMBASADOS” nas suas convicções: 126% é um percentual rasualvelmente aceitável? É…?!!!!

    DIZ ALEXANDRO,
    “De 2006 pra cá houve um aumento considerável do preço do ingresso. Há apenas 3 anos, o ticket médio do Barradão era menor que 5 reais, Já o deste ano está maior que R$ 17 (mais que triplicou).

    DÚVIDAS:
    O que levou vc a ESCOLHA do ano 2006 prá cá? É mais uma pegadinha aritimética? Qual era o valor do “ticket médio do Barradão” nos três anos anteriores a 2006? Será pq se a ESCOLHA for dos 3 anos anteriores, a sua conclusão de que “mais que triplicou” fica incorreta?

    O que levou vc a fazer essa comparação (aumento do ingresso) a partir de 2006 se o “EMBASAMENTO” (comparativo)vc começou em 95? Seria pelo fato de que o salário referência para “EMBASAR” $ era de
    R$ 100,00 em 95 e hoje é de 465,00 (365%, mais que triplicou) e aí ficaria difícil admitir que o ticket vinha defasado a anos?

    Ainda que as indagações acima não sejam de alguma forma esclarecedoras, pq será então que em 2006 quando tivemos o menor valor dos ingressos (como vc afirma), o público médio não foi diferente (maior) do que é hoje? Posso dizer que a ordem dos fatores não alterou o produto? Ou é uma contradição do que vc pretende externar? Ou são só NÚMEROS colocados sem o compromisso de explica-los do pq?

    DIZ ALEXANDRO,
    “A combinação desse acréscimo do ticket médio com o aumento da torcida fez com que nossa receita bruta de bilheteria saísse de 1 milhão em todo o anos de 2005, para 5,3 milhões no ano passado…devendo chegar a 8 milhões esse ano…”

    INDAGAÇÕES:
    “…de 2005, para o ano passado…”? Seriam mais NÚMEROS colocados sem o compromisso de explicá-los do pq?
    Seguinte: 2005 estávamos na 2ª divisão e em declínio rumo a 3ª… em 2006 disputamos a “empolgante” 3ª divisão com “Sua Nota é um Show” e uma infinidade de promoções, retornamos a 2ª… em 2007 retarnamos a PRIMEIRONA. Em 2008 classificação para a Sulamericana. Ou seja, vc escolheu um ano de declineo (2005) até o ano de evolução (2008) para mostrar crescimento na bilheteria!!!! Que belo pseudo “EMBASAMENTO”, não é mesmo?

    Qual foi o custo ECVitória em 2005, (2006,2007 e 2008)?
    Qual é o custo ECVitória hoje, para que possamos comemorar a “projeção de alcançar 8 milhões nesse ano” nas bilheterias?
    Segundo informações do nosso presidente, em entrevista dada a alguns dias são de 2,2milhões/mês o custo ECVitória esse ano, e esses 8 milhões (caso alcancemos e sem considerar que essas informações são de renda bruta e não líquida) dão para custear 3,5 meses do ECVitória no ano e sendo assim, vc acha que precisaremos vender quantas revelações, para não fecharmos mais um ano no vermelho?

    Diz Franciel,
    “O que espanta é que uma parcela da própria torcida do Vitória, composta de pessoas alfabetizadas e com discernimento, se apegue a números de forma aleatória, vista uma camisa listrada e saia por aí descendo o malho sem dó nem piedade nos próprios torcedores do Leão.”

    – Fora a ironia contida nesse parágrafo, tenho que descordar de você Franciel. Os números que vejo postados pelos torcedores, estão colocados da mesma forma aleatória como foi postada pelo seu pesquisador. Não vejo também ninguém “descendo o malho sem dó nem piedade nos torcedores do Leão”. O que eu acredito é que uma maior participação dos torcedores só trará benefícios para o clube e você com o talento que possui ao redigir, pode contribuir muito para que isso aconteça.

    Para encerar, nossa torcida tem melhorado, é evidente, mais a passos de tartaruga e como minha avó dizia,.. “existe pelo menos duas maneira de vermos a mesma coisa”. Essa é a maneira que vejo…E vou repetir:

    A presença de público nos estádios não é nem será a maior fonte de renda dos clubes nos dias de hoje, mas ela é alicerce para que venhamos a conseguir novos recursos, novas fontes de arrecadação, novas parcerias, etc. Se não é possível para ir ao estádio, seja participativo. Vamos instigar os nossos amigos, vizinho, colegas e o carajo, a fim de fazerem o SOU MAIS VITÓRIA,… a irem aos jogos no Barradão,… a adquirirem produtos licenciados pelo clube,… participarem de enquetes, acessarem sites, blogs, e o que for que tenha conteúdo referente ao ESPORTE CLUBE VITÓRIA, vamos criar uma maior VISIBILIDADE da marca ECVITÓRIA, assim conseguiremos mostrar que somos GRANDES e não apenas falarmos que nós somos grandes. É minha opinião para passarmos a disputar campeonatos brasileiros de igual para igual com qualquer um. Pelo menos até que alguém com “algum embasamento” me mostre o contrário.

    SRN

    VUMBORA PRO BARRADÃAAAAAAAAAAAAO CARAJO!!!!

  4. Haroldo Mattos Says:

    Olá Franciel Butra Dantas…. O Único resultado negativo que me deu tristeza, foi contra o Cruzeiro. Perdemos e ganhamos outras por que ganhar ou perder faz parte do resultado de quem joga. Carpegiane está fazendo sua parte,porém o elenco está deixando a desejar. Voce se lembra que minha teoria para as invenções nas escalações, era devido a falta de qualidade dos jogadores que lhes eram oferecidos. Ele não gostava deste ou aquele, e improvisava com quem ele achava mais convenienete. Hoje estamos convivendo com absoluta falta de jogador, independente da qualidade. Veja nosso banco ontem. Para quem joga no 3-5-2, ir a campo exclusivamente com os tres que entraram em campo, é impensável. São Lázaro nos livrou de uma contusão, porque se não teriamos que sair do esquema ou improvisar um volante ali. No meio de campo, uma lesão de Leandro Domingues, e teriamos também que improvisar.
    Jorge Sampaio precisa, para ontem, aumentar as opções de PCC, pois a cobra vai começar a fumar apartir de agora, e só sobe na parede quem tem unha.
    Nosso problema de marcação, desculpe meu ídolo, chama-se Vanderson. Ele esta dando o leite há vários jogos e consequentemente sobre-carregando todos que jogam na cozinha. Beque erra, por isso há o volante. Uellinton e Wallace estão de salto Luís XV, e Apodí está com o condicionamento físico destoante dos demais. Tem que se ver o extra-campo.
    No mais, domingo 18:30 estarei lá no Barradão, quando ganharemos tres pontos e e manteremos 100% de aproveitamento em casa.
    Te Amo Vitória!
    Sempre.
    Haroldo Mattos

  5. João Arruda Says:

    Porra, Seo Françuel tava aqui no Rio e eu não sabia. Tivesse sido avisado antes tinha convidado pra uma cerveja na Lapa.
    Mengooooooooooooooooo!

  6. Victor Nyo Says:

    Haroldo largou o doce… Concordo, só acho que prá os citados Apodi e Vanderson, o problema é a “titularidade absoluta”, e incluo nessa L.Domingues, que desde o jogo do Palmeiras (Alias, foi logo depois daquele golaço e da impressa do sul dizer “Oh! O Flu não o aproveitou…” E Carpa largar “Oh!, Ele é craque”) que vem “dormindo” mais e mais, e atribuo a normal derrota de sábado aos cochilos dele, pois puxou uns 3 contra ataques com plenas condições e não deu sequencia.

    Acho que precisamos de reforços na armação, no ataque e na zaga, prá fazer sombra ao nosso trio de zaga, a L.Domingues e a ROger. Mas acho que no banco temos peças prá pelo menos incomodar eles.

    Poderíamos tentar Bida, e também temos Jackson ali prá o lugar de Domingues. (Tem Reina tb mas esse ai tá dificil)
    Poderíamos tentar Edson no lugar de ROger, prá testar o garoto jogando noventa, uma boa oportunidade ta vindo ai, com os jogos de quarta e domingo.

    PODERÍAMOS testar Elton que voltou de empréstimo e estrear Gil, prá incomodar um pouco Uelinton e Vanderson…

    Temos no time opções, só precisam ser testadas e logo.

  7. Anrafel Says:

    Wallace embolando na direita do ataque com Apodi, Leandrinho subindo pouco, apesar de ter jogado bem – deu curto-circuito no 3-5-2. A responsabilidade das subidas dos laterais não pode ficar somente com Apodi, o cara tem limites (técnicos e físicos) e o campeonato é longo. Leandro Domingues tem que ser mais resoluto na puxada dos contra-ataques, como o foi no início do jogo sábado.

    No futebol de hoje, técnico nenhum abre mão de um especialista em chutes de fora da área ou cruzamentos – vejam o exemplo de Jorge Wágner. No entanto, Carpegiani abre mão de Bida e Ramón, não os utilizando nem como substitutos. Opção é opção.

    Ainda assim concordo ter o time jogado bem. Os gols aconteceram em vacilos da zaga: no primeiro, o zagueiro preferiu acreditar que Juan ia dominar a bola, no segundo, aquela braga inacreditável de Anderson Martins.

    Por fim, o balanço até agora é altamente positivo. Tendo enfrentado praticamente todos os supostos bichos-papões, o Vitória está em terceiro. Na verdade, o único jogo que pode ter despertado raiva na torcida foi aquele contra o Cruzeiro, momento solitário de intimidação diante de um adversário. Mas a lição foi apre(e)ndida.

    • Logan Says:

      Cara, com leandro agora ele bem que podia voltar ao 442, não comprometeria nada, ainda teria espaço pra Bida no time, e Ramon tambem, como opção.
      Outra coisa, o cara substituir aos 45 do segundo tempo, não resolve nada, não é a primeira vez que PCC espera tanto para mudar alguma coisa,tem que deixar de ser lerdo.

  8. Renato K. Says:

    Bem, para consolo da galera rubro-negra, pelo menos aqueles outros perderam também. Em casa.

  9. Synesio Neto Says:

    Sensacional!

    Nunca li algo que sintetizasse tão bem a imagem do Rio e dos cariocas. Ah, que saudade eu tenho da Bahia…

  10. Kant Says:

    Pode até ser, Franciel. O que acho é que sempre a falta de estima perdura.
    Precisamos de brio, nem que seja o velho ORGULHO DE SER NORDESTINO.
    Na hora do “vamos ver”, a bola escapa, o chute não sai, o lançamento é lamentável, a cabeçada é inexplicável, o passe é luciano almeidista.
    Ainda bem que alguns superam isso, surgindo um “equilíbrio”, que nos dá um quase empate.
    Mas o que queremos nesse caso não é este equlíbrio, mas que a balança penda para o nosso lado.

    Abrçs!

  11. Logan Says:

    Pois é, ontem o cara da espn quando ia falar do Vitória chega entortava a boca, um expressão de nojo, é assim mesmo, a gente tem que pegar essa rejeição e usar a nosso favor também, eles negm mas é fato que a imprensa de lá odeia times nordestinos, mas Vitória é assim mesmo, contra tudo e contra todos.

  12. valmerson Says:

    é verdade seu Francis alguns jogadores não reagiram bem na partida contra o Flamengo e mesmo assim o time foi bem, espero que venhamos a vencer os proximos jogos fora de casa.

    [PCC X MANCINE] O duelo deste domingo
    o blog leão minha Paixão está atualizado com o post sobre os dois treinadores

    Carpegiani x Mancini
    Mancini de herói a vilão
    Paulo César Carpegiani de Vilão a Herói
    PCC escrevendo sua história
    1 mês de Blog Leão Minha Paixão

    http://valmerson.wordpress.com/2009/07/07/carpegiani-x-mancini/

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