Reminiscências e contradições

A Terra

Geografia é destino. Eis um axioma inapelável do qual nenhum lugarejo pode fugir. E não seria o meu que, desta lei da natureza, iria ter isenção. E qual é o destino de Irecê, torrão natal deste sertânico locutor? Ora, padecer as dores e as delícias de irreconciliáveis paradoxos.

Pra começar, está encravado entre o semi-árido e o piemonte da Chapada Diamantina. Ao tempo em que usufrui das exuberantes belezas desta, sofre com as agruras daquele. Tem um espetacular lençol freático, mas sua água de beber é (ou era) salobra. A propósito, Irecê, que na linguagem indígena significa “sobre as águas”, por conta das longas estiagens recebeu o apelido de ireSeca. Mesmo detendo o título de Capital do Feijão, a imensa maioria do povo não tem o que comer. E em época de safra boa, poucos lugares no interior do país conseguem conviver com tanta fartura e indigência concomitantemente. No campeonato das desigualdades sociais, Irecê é o Brasil levado às últimas consequências.

Como bem diz um amigo meu, com sua filosofia de budega, “o futebol é o reflexo da vida e vice-versa”. Palavras da salvação. E é exatamente na seara pebolística que as contradições de minha cidade (na verdade, de minha rua) chegavam ao paroxismo.

Seguinte é este.

Exatamente no fundo de minha casa tinha o melhor campo de bola do mundo, muito mais lindo que o Maracanã. Dizem que o estádio carioca é o maior do mundo, mas em verdade vos digo: não chega nem no chinelo daquele de minha rua.

No entanto, mesmo estando a dois passos do paraíso, eu vivia num inferno. Com seu carrancismo dos seiscentos, meu inflexível pai não permitia que seus filhos se dessem ao desfrute de correr atrás de bola. “Isto é coisa de malandra”, decretava, assim mesmo no feminino. Os que ousavam desafiar tal ordem conheciam no próprio espinhaço os poderes de plantas como urtiga e cansanção.

Mas, nasci para pecar.

O Homem

Na minha infância querida que os anos não trazem mais, não conhecia Freud, mas já intuía que só nos tornamos homens quando matamos nossos pais e suas mais arraigadas convicções. Então, nem bem entrei na adolescência e decidi fugir de casa, brigando com meu genitor, rumo a esta bela e besta província da Bahia. E constatei, uma vez mais, que geografia é destino. Ao abrir a janela do 8º andar do apartamento de meu irmão no edifício Maria de Nazaré, na gloriosa Rua da Poeira, vi novamente o campo de minha rua, que agora atendia pelo nome de Fonte Nova.

Desta vez, não existia meu pai pra me proibir de entrar no campo, porém existia um inimigo muito mais poderoso: (a falta d)o Vil Metal. Então, ficava ali pelas brechas dos portões vendo os guerreiros Rubro-Negros jogando com uma gana incrível, mas sempre perdendo no final. Tudo culpa do juiz, do governador, do prefeito, do TRE, do diabo. Afinal, meu time sempre jogava melhor, principalmente nos 15, 20 minutos finais quando abriam-se os portões e eu entrava no meio do xaréu para orientar a equipe.

Senhor juiz, não pare agora, deixe o apito final para depois. Não posso terminar este capítulo sem contar como me tornei Rubro-Negro. Seguinte: quando ainda era menino pequeno, e lá se vão muitos séculos, meu irmão queria me transformar em botafoguense, time pelo qual eu nutria uma certa simpatia – até porque a referida agremiação só vivia perdendo. E, por ancestral formação comunista, sempre gostei de ficar do lado dos deserdados. Já um tio, muito gente boa, que gostava de música e outras mumunhas, tentava me transformar em flamenguista. Porém, como sempre fui patriota e regionalista ao extremo, costumava vibrar era com a gloriosa Sociedade Esportiva de Irecê (SEI). Nas tardes de domingo, sempre saltava o muro do Campão, Estádio Municipal Joviniano Dourado, para ver os espetáculos promovidos pela agremiação treinada pelo gênio Cambuizinho, o homem do esquema tático da tesoura e do elevador Lacerda.

Acontece que quando desembarquei em Soterópolis não pude trazer a SEI na bagagem. E, na escolha do time, guiei-me pela minha formação contraditória-marxista. Qual seja. Fiquei do lado do time mais fraco, que trazia o triunfo no nome, mas que naquela época, início da década de 80, não ganhava nada.

A Luta

E assim foi feito. E decidi, então, entrar em campo, ou melhor, nas arquibancadas, para mudar esta cruel e paradoxal situação. (Minto. Os primeiros jogos na Velha Fonte eu assistia na Geral – e mesmo assim porque ia andando para escola e aplicava o dinheiro do transporte em minha mais nova e incurável paixão). Porém, nem mesmo minhas orientações no Estádio surtiam efeito. O time continuava apanhando mais do que mulher de malandro. Mesmo com as constantes derrotas, sofria, mas não abandonava as trincheiras. E seguia torcendo, caminhando e cantando os sábios ensinamentos do gênio Batatinha. “Sofrer também é merecimento. Cada um tem seu momento”.

E meu primeiro e inesquecível momento veio em 1985. Juntamente com os guerreiros Demilson, Dema, Chagas, Fernando e Celso Roberto; Heider, Ivan, Lulinha, Jésum e, especialmente, Bigu e o nigeriano Ricky chegamos ao ápice da glória: conquistamos o campeonato baiano daquele ano.

A partir de então os inimigos, assim como as forças governamentais em Canudos, passaram a ser cada vez mais fortes e sanguinários. Mas, continuamos pelejando com honra e honestidade. A propósito, o Vitória é o único grande time do Brasil que chegou ao fundo do poço do futebol nacional, a Terceirona, e voltou ao seu devido lugar sem o inescrupuloso auxílio dos bastidores. Como recompensa, somos hoje o líder do mais disputado campeonato do mundo, o Brasileirão, tendo o melhor ataque, a melhor defesa, o melhor meio de campo e o melhor churrasquinho de gato.

E é por tudo isso que, mais uma vez, cedo às contradições. Apesar de ser visceralmente contra as efemérides, aqui estou neste 13 de Maio para louvar o Brioso Esporte Clube Vitória nos seus 110 anos de dramáticas e inolvidáveis pelejas.

P.S.1 Esta homilia vai para Euclides da Cunha e todos os torcedores do Vitória, que no campo da luta sempre foram os melhores.

P.S. 2 Honrando sua tradição de time paradoxal, o Vitória comandado (comandado?) por Pardalgiani fez aniversário e me deu de presente uma humilhante goleada de 4 x 0 para um timeco de segunda divisão.

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42 Respostas to “Reminiscências e contradições”

  1. Rogério Silveira Says:

    A emoção tá tomando conta dessa porra. Que contagie os jogadores hoje.

  2. Lana Says:

    Vitória eu te amo!!!!!!!!!!!Franciel,como sempre seu texto está maravilhoso.Estou ficando apaixonada…brincadeirinha!!!kkkkkkkk!!!Vumbora Vitóriaaaaaaaa!!!!!!!!!Um abraço do tamanho da terra para a galera rubro-negra!!!!!!!!

  3. Maurição do Vit Says:

    Bom texto, so acho que vc deveria trocar algumas palavras por outra, e deixar o Aurélio um pouco de lado

  4. Thiago Marinho Says:

    Presente de Grego.
    Medíocre. Desnorteado. Abobalhado.
    Qualquer espécie de agremiação ou aglutinação de pessoas com um propósito comum e determinado é formada por líderes e liderados.
    Acontece que dar uma de pardal na regência da bando dentro do galinheiro inimigo é problemático.
    Timezinho furreca.
    Comandantezinho atrapalhado.
    Vou ter que dormir com essa.
    O circo continua de pé.
    E os bobos vertiginosamente se tornam mais bobos.
    Palhaçada tem hora, Cacá.
    A chama fofolenta dos 110 aninhos foi apagada e o bolo vigorosamente devorado pelo Adversário.
    Passar bem, Vitorinha 1899.

  5. Maurício Guimarães Says:

    Bonito texto Franciel! Uma das melhores e mais interessantes histórias que eu já li por aqui. O teatro da vida em suas tragédias sempre me comoveu mais que quaquer homilia.

  6. ZIRO Says:

    putzglila, esse cara deve ser doido, tanto palavrório complicado , expressões pouco utilizadas no dia a dia, que esforço desgraçado pra parecer intelectual e superior. Tanto esforço pra no final dizer uma insanidade dessa, VASCO timeco? apenas por estar momentaneamente na segunda divisão? o que dizer então de corinthians, grêmio, atlético mineiro, botafogo? todos frequentaram a segundona, no entanto todos eles possuem glórias jamais alcançadas por esse arremedo de clube sem história e insignificante aos olhos do Brasil como o seu vitorinha da bahia. Só louco mesmo pra levar vc a sério. A propósito parabéns pela surra! vcs são tão magalomaniacos que chega ser engraçado, nem a tática nazista de diZer mentiras repetidas vezes pra que se torne verdade funciona. Recolha-se a sua insignificância e mediocridade, e mais respeito com o VASCÃO seu desorientado.

    • Synesio Says:

      Volta pro seu lugar mané!

      Vc realmente acha que esse time atual do vasquinho é uma seleção? É um timeco sim senhor! Pode ter tido, no passado, bons times, mas esse aí… me faça uma garapa

      Você é insignificante aos olhos do Nordeste.

      • Fredson Says:

        Quando o Vice de canabrava for para a segundona aí quero ver se voces dirão que é um timeco!!!!!

  7. ZIRO Says:

    Se tiver coragem publique meu comentário! e aproveite pra destilar toda sua fruatração e inveja, sou todo ouvidos, mas venha com argumentos concretos e coerentes se é q vc os tem.

  8. BETAO Says:

    FUDEU

  9. BETAO Says:

    Perdemos graças a LA e PCC, são uns FDP

  10. Gilson Jorge Says:

    Ânimo, gente. Pelo menos dessa vez não foi para o Baraúnas…

  11. Josué Sousa Says:

    Perdemos pq fomos COVARDES e os covardes ñ merecem a vitoria! Obrigado “cambada” de fdps por mais uma noite mal-dormida!

  12. Mateus Borba Says:

    ZIRO deve ter problemas de interpretação, ou não entende português ou não leu o texto, achou que todo ele foi feito para culminar no PS2, que é tão desimportante que é o 2, e não o 1.

    Deve estar feliz o menino, como se diz aqui nas quebradas da Boca do Hell: VISH, PEGOU AR.

  13. farouk Says:

    Tem um bocado de gente se queixando do vocabulario utilizado por Franciel, pedindo para ele utilizar palavras mais comuns, mais acessivel para os simples mortais, ect. Então qual seria a graça e o diferencial do blog? Ser igual aos outros? Deixa Franciel expressar seu sofrimento com seu time com sua linguagem peculiar. Enquanto isso o Vasco continua sendo o time da virada…

  14. ROBERTO Says:

    JÁ DIZIA A MINHA VÓ, ”O OBJETIVO DA LINGUAGEM É FAZER-SE ENTENDER”. QUANDO VOCE DIZ UM MONTE DE BABOZEIRAS COM UM VOCABULÁRIO QUE NÃO SE USA NO COTIDIANO PARA PARECER UMA PESSOA DIFERENTE DAS OUTRAS , SUPERIOR A ESTAS, OU INTELECTUAL SEJA LÁ O QUE FOR, VOCE SIMPLESMENTE NÃO CONSEGUIU ATINGIR O SEU OBJETIVO PORQUE NINGUÉM ENTENDEU NADA DO QUE VC QUIS DIZER E ISSO SE DEVE NÃO POR IGNORÂNCIA DE QUEM LEU MAS SIM POR PRECIOSISMO DE QUEM ESCREVEU, OU SEJA, NÃO ADIANTA NADA VOCE XINGAR TODO MUNDO AQUI EM ALEMÃO PORQUE NÃO FARÁ EFEITO NENHUM, SE NINGUÉM ENTENDER , LOGO, NÃO SE SENTIRÃO OFENDIDOS.PORTANTO, MENOS GAROTO, MENOS, SEUS TEXTOS SÃO CHATOS DE LER NÃO POR SUAS IDÉIAS , QUE ATÉ SÃO BOAS,MAS PELO FILÓSOFO QUE VOCE PENSA QUE É.

    • Franciel Says:

      ROBERTO,
      não vou lhe explicar o que é estilo porque infelizmente não creio que você não vá entender.
      Porém, vou lhe dar uma outra informação. Escrevo para as pessoas alfabetizadas, que sabem, AO MENOS, que baboseiras se grafa assim – e não da forma que você escreveu.

      Ah, sim. Não penso ser filósofo nem herói de nada.

      E outra. Informe a sua avó que a ênclise na frase-clichê dela está pessimamente colocada.

      Mais uma. Escrever em caixa alta é falta de educação.

      De nada.

      P.S. A propósito, ouça o que as pessoas com mais de dois neurônios dizem sobre este mesmo texto.

      http://impedimento.wordpress.com/2009/05/13/reminiscencias-e-contradicoes/#comments

    • Indy Says:

      Roberto,
      vc perdeu uma preciosa oportunidade de se omitir.
      Tenho 41 anos e em minha tragetória nunca vi alguém com um emprego tão aproriado da linguagem.
      Se retrate, camarada, ainda há tempo.

      Fraciel
      Seu blog está se popularizando e fatalmente comentários como o de Roberto, surgirão. Por isso lhe peço: se mantenha firme e preserve a beleza da sua escrita.
      Roberto é uma minoria incontestavelmente desprezível.
      Um abraço,

    • Indy Says:

      Retificando: trajetória

    • Raimundo Nonato Says:

      Eu concordo com Roberto. A culpa é do Seu Françuel que não colocou a legenda pros semi-analfabetos que visitam o blog, explicando que o texto refere-se aos 110 anos do Esporte Clube Vitória. Faltou humildade ao autor, já que agora o espaço não mais pertence somente à torcida rubro-negra (comprovadamente capacitada para entender bons textos).

  15. felipe nogueira Says:

    Franciel,
    A batalha só pode ser ganha com um bom líder, nosso time ficou como galinha quando se corta a cabeça e o vasco como pinto na merda. Sou de mais longe ainda, do esquecido oeste , de Barreiras. Só em Rcife que me foi despertado esse sentimento regionalista e adotei essa agremiação que me trás orgulho e decepção.
    VIVA A RESISTÊCIA NORDESTINA!
    VITÓRIA SEMPRE!

  16. Quiva Says:

    Sêo Françuel, um texto de tão boa pena tinha que ser confirmado com um paradoxo. Que porra é essa que aconteceu ontem??
    Carpegiane precisa urgentemente de um tarja preta. Bida tá com uma máscara enorme. Luciano Almeida? Quem aguenta? O time todo sem ‘personalidade’. Aliás, o único que mostrou essa virtude foi o menino Adriano. Freia o carro, motô, e vamos acertar esse baba!!

    * E sobre a linha editorial, melhor não há na rede. Críticas virão, pois o quê não falta é cidadão iletrado. Se o cara nem Paulo Coelho lê, quanto mais Euclydes da Cunha… Quem não gosta ou entende, que siga para outros sítios. O fato é que a sua resenha é de alto nível.

  17. Fábio Domingues Says:

    Francineide,
    Belo texto. Não restam dúvidas. Mas de tudo o que foi escrito aqui, eu gostei mesmo foi do primeiro comentário do leitor Betão. Resumiu tudo numa única palavra.

    Sucinto. Objetivo. Genial.

  18. Gilson Jorge Says:

    Manchete: Vitória bebe muito para comemorar aniversário e não consegue fazer o 4!

  19. paulo galo Says:

    Diamantino, meu bardo preferido.

    Não vou gastar teclado para os robertos e os ziros que empobrecem a net com seus comentários pobres, agressivos e incapazes de repercutir um texto bacana como esse seu.

    Quero falar é de bola e do curto-circuito de ontem à noite. Ou melhor, sobre o que acontecerá na próxima quarta, quando o velho freguês cruzmaltino compreenderá qual é o seu lugar no futebol brasileiro.

    Anote: o Vitória passará às semifinais da Copa do Brasil, devolvendo com sobras o acidente de São Januário. Não pela lucidez do PC Experimentogiane mas pela ausência abençoada do Luciano Almeida, pela entrada do Bosco no lugar do Apodi e o correto posicionamento do Bida (acorda fela!).

    Uma das mais belas páginas do futebol brasileiro será escrita pelo Esporte Clube Vitória no dia 20/05/2009, dessas que ninguém, décadas depois, conseguirá escrever.

    O Vasco tem um timinho de merda, sim, e devolver o placar construído pelo Luciano Almeida e por Carpegiane ontem a noite é mais do que factível: é provável.

    Publique-se, anote-se, cumpra-se.

    PS: o Blog do Galinho voltará ao ar brevemente, sob nova orientação editorial. Aguarde.

  20. Diego Says:

    Franciel, parabéns pela forma como escreve seus textos! São sensacionais! Você deveria ser o blogueiro do nosso Vitória na globoesporte.com! Nosso Vitoria como sempre nos dando surpresas, sejam elas boas ou ruins. Mas o sentimento não para, um dia nós vamos ser campeões e as carniças não terão mais argumentos e vão agonizar no fundo do poço! SRN.

  21. Logan Says:

    As putinhas incolores ficam doidas quando o Vitória perde, não tem time para torcer, ficam torcendo contra, graças a Deus não preciso ficar vendo jogos de outros times para ter o que comentar.

    E uma pergunta muito simples: que disgraça de técnico é esse?

    Espero que seu Jorginho cumpra o que disse: http://www.radiometropole.com.br/portal2009/index_noticias.php?id=VGxSRmVVMW5QVDA9

  22. Vinícius de Deus Says:

    Que texto do caralho vei, continue assim pelo amor de Deus, não ligue pra esses caras que falam mal, seu diferencial é exatamente sua forma de escrever.
    Agora, que time ridículo aquele de ontem, esse treinador não podia ter escolhido um jogo menos importante pra fazer suas invençôes não?
    Mais uma coisa Franciel, aquela matada no peito de Carlos Alberto na estréia foi só enganção viu vei, depois de 2 ou 3 jogos o cara começou a brincar conosco, assim como Ramom, PCC, Neto Baiano…

  23. Logan Says:

    E o imbecil ainda culpou os “erros individuais” pela derrota, é graça uma porra dessa?

  24. André Rubro Negro Says:

    à a coisa ficou feia, mas vamos acreditar nessa Piiiii, agora q deu vontade de jogar a TV no chão ontem deu!!!!
    SRN

  25. Leonardo Lima Says:

    Franciel, Não só comemorou o aniversário dele de forma triste, como destruiu o meu. Fiz aniversário ontem e odiei o “presente de grego que recebi”

  26. Felipe Lasserre Says:

    Vitória minha vida, meu orgulho, meu amor.
    É nessas horas que a gente vê quem é garganteiro e quam não é. Por Salvador, hoje, não faltou torcedor do Vasco da Gama “made in itinga”. Normal, a inveja é uma merda e quem não tem mais time pra torcer, torce pro primeiro que bate o dedo.
    Quanto ao Vitória, é evidente que quero ver sempre vencer, mais ainda no dia 13 de maio, mas o importante é arrumar o time de novo e voltar a fazer o que estávamos fazendo com tanta tranquilidade: vencer.
    Por favor, Carpegiani, sem experiências mirabolantes que minha porra de meu jogo é de campeonato, carajo!
    Vitória 5 X 0 Vasco da Gama: ¡Sí, se puede!

    PS: O que é que o jornal A Tarde entende por jornalismo esportivo? O rídiculo do jornalista (?) que escreveu hoje sobre o jogo de ontem é EVIDENTEMENTE torcedor do vice. Falo isso não só por esse texto, mas por vários outros. O nome da desgraça é Daniel Dórea. Pra quem não acredita em mim, vá lá olhar: http://www.atarde.com.br/esporte/noticia.jsf?id=1145531
    Isso é mesmo uma vergonha para o jornal.
    Saudações Rubro-Negras, Vitória SEMPRE!

  27. Maurição do Vit Says:

    Franciel me desculpe mais querer culpar Carpegiane pela derrota de ontem é oportunismo e covardia, coisa de Zé Eduardo (bocão), só existiu um culpado pelo fracasso de ontem e todos nós sabemos quem foi.

    • Franciel Says:

      Maurício,
      acho que carpegiani é responsável pela derrota, sim. Ele inclusive já assumiu a responsabilidade. Agora, Jorginho Sampaio é culpado por quase tudo de ruim que acontece no Vitória ultimamente.

    • Logan Says:

      Aí é não querer enxergar o óbvio, se ele não tivesse escalado o cara, o mesmo não teria feita as cagadas que fez, e se não tivesse feita a lambança toda na escalação, provavelmente a goleada não teria acontecido.

  28. Maurição do Vit Says:

    Aí vai aquela famosa escadinha, se ele não tivesse escalado o cara, se a diretoria não tivesse contratado carpegiane, se Mancine não tivesse ido pro Santos, se Paulo carneiro não tivesse saido do Vitoria, lógico que a culpa é somente de Luciano Almeida, não tenho dúvida disso, o jogador tava num dia ruim e entregou o jogo, agora PCC não pode adivinhar que o cara iria fazer aquilo, o primeiro gol ele deu no pé do Carlos alberto, muito estranho, parecia que tava na folha de pagamentos do Vasco da gama

  29. Albuquerque Says:

    Franciel

    Parabéns por todos os seus textos, não costumo escrever, mas leio sempre o seu blog.
    Posso te dizer que em um momento em que todos os verdadeiros rubro-negros estão tristes, você consegue nos fazer sentir orgulho, e ao mesmo tempo lembrar que torcer antes de tudo é um ato de amor.

    Amo meu Vitória!!!!
    Contra tudo, e contra todos vamos em frente com ourgulho de ser VITÖRIA !!!!

  30. Synesio Says:

    Vumbora Vitória caralhooooo! Tô na fé que o time vai virar esse placar…

  31. Terê Says:

    Com atraso no comentário, passo aqui só para dizer o óbvio: EXCELENTE! TEXTO FANTÁSTICO!

  32. Carol Says:

    Fran, que delícia de infância. Sua vista era realmente privilegiada. O melhor de tudo foi saber q sua formação comunista n lhe permitiu aderir a estrela solitária rs

    Adorei sua crônica, texto leve e bem colocado. E vamos pra frente q hoje tem mais uma rodada no Barradão,

    abs.

  33. Carol Says:

    Pobre senhor Zero, ou melhor, dogo Ziro. Se ele realmente acha q o repertório intelectual dele n permite digerir tais palavras, pq insiste em continuar? Santo Deus, vc poderia esclarecê-lo q o q n falata na net é blog com linguagem chula e popular e que essa é mais uma atitude quase instintiva de procurar nivelar a conversa.

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