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Acabou a brincadeira

setembro 29, 2008

Se você veio aqui procurando um texto engraçadinho, favor voltar outro dia. A conversa hoje é séria. O grave momento impede-me de recitar os tradicionais e irreverentes dichotes. Como diria aquele bigodudo e aviadado cearense (desculpe-me a redundância): “não há motivo para festa, ora esta, não sei rir à toa“. Portanto, antes de terminar este primeiro parágrafo, registro nos anais desta circunspecta emissora que acabou a brincadeira.

Mas, com o objetivo de impedir que os cavalheiros do apocalipse comecem a soar as trombetas, advirto logo: também não existem razões para desespero. Ao contrário do que pensam (e propagam) alguns, a luta pelo título continua, pois, de acordo com a matemática moderna, restam 33 pontos em disputa e estamos a apenas 10 dos líderes. Este é o fato. E fato é fato e meninico é meninico. Além disso, como bem destacou Bento XVI na mais recente homilia: o jogo é jogado e o lambari é pescado.

Por isso, vou contra a maré dos que acham que nada presta neste momento do Rubro-Negro. Nero ar. Em verdade vos asseguro: nas três últimas rodadas, o Esporte Clube Vitória mudou o comportamento apático do início do segundo turno e praticou, sim, um futebol consistente, com boa marcação e posse de bola, em que pese as duas últimas derrotas para Inter e Goiás.

Só os idiotas da objetividade, que analisam apenas os resultados, não enxergam que a equipe melhorou. Contra o time gaúcho, que ontem meteu 4 x 1 no líder Grêmio, fizemos um jogo parelho e ainda fomos assaltados. Já na peleja em goiânia, fomos superiores todo o primeiro tempo diante da melhor equipe do returno. Só não saímos vitoriosos na primeira etapa por imperdoáveis pecados nas conclusões. No segundo tempo, tomamos dois gols bobos na seqüência e perdemos. Paciência.

Sim, torcedores, paciência. Quem fica assim nervosinho, dando chiliques antes das decisões, é especulador americano. E é óbvio que futebol é muito mais importante do que quaisquer crises nestes ordinários mercados.

Na próxima quinta-feira, portanto, todos ao Santuário Ecológico para incentivar a equipe rumo à conquista do campeonato brasileiro. 

P.S. Ah, sim. Encerro esta otimista transmissão informando que meu nome não é Napoleão Bonaparte. Ainda não.

A Culpa Não é do Juiz

setembro 22, 2008

 

Na segunda rodada do campeonato, o Vitória foi a Recífilis enfrentar o embalado Sport que lutava pela conquista da Copa do Brasil. Porém, na capital pernambucana, o Rubro-Negro baiano acabou esbarrando em um adversário muito mais perigoso e com um nome muito feio: Gaciba. Este rato, que anulou um gol claro de Leonardo, recebeu as devidas homenagens deste revoltado locutor neste TEXTO AQUI. Já a Diretoria do Vitória não disse uma palavra.

 

Contra o Ipatinga, os homens de preto voltaram a atuar. No primeiro gol, o atacante da equipe mineira estava impedido. Não reclamei porque quem perde para o Ipatinga tem mais é que ficar calado. Novamente, a Diretoria silenciou.

 

Na peleja contra o Curitiba, um bandeirinha barrou nosso ataque de forma criminosa. Eu protestei com ESTE MANIFESTO. Já os diretores do Vitória, calaram-se. Na seqüência, no confronto com a Portuguesa, no Canindé, também fomos garfados. Vencemos, é verdade, mas fomos garfados. No gol da lusinha, o jogador estava, pelo menos, 15 metros na frente da minha zaga. Agora, pergunto: Você, querida ouvinte, protestou? A mesma coisa fez a Diretoria do Vitória.

 

No embate contra o São Paulo, o roubo foi tanto que saiu da esfera estadual. Não foi à toa que pedi o auxílio do delegado Protógenes, da Polícia Federal. Sabe o que a Diretoria do Rubro-Negro fez? Isso mesmo. Nada.

Para não cansar os poucos e pacientes ouvintes, não prosseguirei com esta ladainha. Apenas relembro que aquele poema de Eduardo Alves, erroneamente atribuído a Maiakovski, serve com perfeição para definir a (falta de) atitude dos dirigentes do Leão. Ouçam.

 

Na primeira noite eles se aproximam

e roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem;

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

Até que um dia,

o mais frágil deles

entra sozinho em nossa casa,

rouba-nos a luz, e,

conhecendo nosso medo,

arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada”.

 

Portanto, nem adianta botar a culpa no larápio de ontem por aquele pênalti inventado. Mais do que condenar aquele furto, devemos entender que os principais culpados são aqueles que se calaram ao longo do campeonato.    

Mancini atendeu às minhas preces

setembro 16, 2008

 

Só mais um instante, maestro. Deixe-me fazer alguns gargarejos e terminar de inalar este quinto cilindro de oxigênio, pois preciso me recuperar da emocionante peleja do último domingo contra o Coritiba. Pronto. Acabei. Agora, com minha respiração restabelecida e minha voz retornando ao normal , vamos dar início à transmissão da mais esperada resenha esportiva da Bahia e de uma banda de Sergipe.

Antes, porém, faz-se mister realizarmos uma desmistificação daquele axioma (receba, sacanas, um axioma pelas caixa dos peitos) que garante que “os números não mentem jamais”. Crianças, em  verdade  vos digo: É pura culhuda. Uma verdadeira embromação. Os números não só mentem, como enganam.

Um exemplo?

Aquele resultado de apenas  1 x 0 contra o time paranaense foi uma das maiores  enganações da história do ludopédio e da matemática. Se existisse um mínimo de justiça no futebol e nas ciências exatas, o novo Placar do Parque Sócio-Ambiental, Santuário Ecológico Manoel Barradas, o Monumental Barradão deveria marcar, por baixo, 12 X 0. 

Mas, vamos adiante. Afinal, é necessário também combater a seguinte e ordinária conta que tem sido feita e anunciada nos jornais. “O Vitória está a dois pontos do G-4”. Que mané G-4 o quê, rapaz! Minha contagem é outra. Seguinte. Faltando 13 rodadas, estamos a apenas nove pontos da liderança. E vamos rumo ao título, pois o resto é  Boticário – só cheiro.

Bom. Feitos estes prolegômenos (recebam), é o momento agora de se fazer justiça. Seguinte é este. Vágner Mancini pode ser acusado de magro, feio, dentuço, de qualquer coisa – menos de surdo e analfabeto. Ele não só sabe ler, como também ouve muito bem.

Mais um exemplo? Tomem.

Após a derrota contra o Santos, este rouco locutor lançou um manifesto intitulado Agora, vai. E foi. Ato contínuo, nosso técnico atendeu às minhas preces e instruções. Finalmente, sacou Marco Aurélio da lateral-direira (o  povo aqui no Nordeste de Amaralina já estava maldando) e colocou o comedor de bode Rafael Granja, que, se não comeu a bola, ao menos jogou o velho e bom feijão com arroz. Além disso, Mancini acatou minha outra sugestão e  chamou Renan às falas. Depois daquele papelão contra a equipe praeeira, o rapaz voltou à prática do velho e bom futebol, marcando com precisão e saindo para o jogo.

Mas, vamos adiante. Já falamos do setor defensivo, da meiúca, agora vamos para o ataque.

Um ouvinte espírito-de-porco poderia dizer que o técnico errou quando, obedecendo a mais uma reivindicação deste profético locutor,  decidiu escalar Leandro Domingues de titular. Nero ar. Ele acertou. O referido boleiro deu (lá ele) uma melhor dinâmica ao time. Com passes rápidos e inteligentes, ajudou a abrir ainda mais a zaga coritibana. (Quanto aos três gols feitos que ele perdeu, a culpa é de meu amigo e fotógrafo do Correio da Bahia, Márcio Costa.  Todas as vezes em que Leandro chegava na cara do gol, o maldito jornalista ajeitava sua máquina e atrapalhava a conclusão da jogada. O problema é que Leandro ainda não conseguiu se libertar de uma máscara que o acompanha desde o início da carreira. Por isso, ele ficava posando para a foto e se esquecia de brocar. Temos, portanto, que proibir fotógrafo atrás do gol).

Poderia falar ainda sobre a atuação de Osmar. Mas, como sei que este é um site de respeito, frequentado por mulheres e crianças, vou me abster de xingar. Apenas sugiro que ele, se não voltar  à forma urgentemente, abra um ponto de venda de acarajé. Nunca vi uma pessoa se parecer tanto com uma baiana.

Agora, dêem-me licença que vou ali usar meu cepacol para poder orientar a equipe contra o Internacional.

A VERGONHA DE UMA NAÇÃO – relato sobre uma história que jamais deve ser esquecida

setembro 11, 2008

 

Depois de acuradas e abalizadas consultas aos meus 317 advogados e ao Departamento Jurídico desta emissora,  inferi que roubar um morto não deve dar cadeia. Por isso, começo estes rabiscos furtando o menino Raul Seixas. Seguinte é este: eu devia estar contente porque tenho um emprego, sou razoavelmente respeitado e finalmente ficou definido (espero que de uma vez por todas) que o Itinga Futebol Clube não vai jogar no Santuário Ecológico Manoel Barradas. Mas, ouvintes, em verdade vos confesso abestalhado que estou decepcionado. Os lances desta tenebrosa transação são sórdidos demais para permitir qualquer tipo de felicidade ou satisfação.

Como caldo de galinha e um pouco de história não fazem mal a ninguém, vamos aos fatos.

Crianças, talvez vocês não se lembrem, mas eu, que nasci há cerca de dezmilanos, jamais esqueço que esta chibança começou logo após a Tragédia na velha Fonte Nova. Em entrevista ao meu amigo Cláudio Leal, publicada no Terra Magazine no dia 29 de novembro, o presidente do Vitória Jorge Sampaio disse que estava “completamente aberto para a discussão e para ajudar”.

Diante dos graves acontecimentos de então, a iniciativa parecia-me, digamos assim, nobre. E, apesar de não concordar com a oferta, silenciei. O mesmo e ensurdecedor mutismo foi a resposta dos dirigentes do finado. E, quando dois não se falam, não há motivo para estabelecer diálogo. Ponto final.

Ponto final, uma ova. A partir de então, prevaleceram as reticências – estes ordinários três pontinhos que dão margem às mais variadas e malandras interpretações. Assim, as conversas enviesadas e intermináveis começaram a brotar  sem cessar.

Para não alongar esta prosa ruim e não cansar mais ainda os poucos e impacientes ouvintes, abdicarei de relatar novamente aqui a dança de rato promovida pelo Governo do Estado. Sobre tal patifaria já tratei aquiALI e acolá.

Neste instante, portanto, apresento meus two cents apenas sobre a atuação bizarra, reticente (olha ela aí novamente!) e humilhante dos dirigentes do Rubro-Negro.

Amigos, a verdade é uma só: o Conselho Deliberativo do Vitória (aí incluídos Jorge Sampaio e Alexi Portela) agiu de forma, no mínimo, indecente e indigna para com a apaixonada torcida.

Aos fatos.

Primeiro, Jorge Sampaio afirma em entrevista ao Jornal A Tarde no dia 26 de agosto que há uma proposta da Petrobras para que o Itinga Futebol Clube joque no Barradão. E informa que, tristemente, a maioria parece estar a favor.

Ato contínuo, Alexi Portela publica uma nota afirmando que não é bem assim, que não sei o quê e etc e coisa e tals e reticências. Porém, no item quatro do referido texto, deixa transparecer o que realmente existe. Ouçam.

4) As partes entendem que a cessão do estádio para alguns jogos da Série B em 2008 valorizaria essa ação promocional e serviria como fator motivador para aprovação do projeto.

 

Em seguida, a Petrobras também desmente que queira investir diretamente no Vitória.

 

Poucos dias depois, Alexi Portela convoca o Conselho Deliberativo e nem cita a questão da Petrobras e do aluguel do Barradão ao finado.

 

Porém, na reunião, o tema principal é justamente este. E, conforme apurei, ocorreu muita pressão. O vereador Silvoney Sales, inclusive, mandou marcar os nomes de quem estava contra a doação, numa forma clara de chantagem. O presidente Jorge Sampaio, que dissera ser contra, também vota a favor. Apenas quatro conselheiros agem de forma honrada.

O torcedor  Rubro-Negro, porém, rejeita o nariz de palhaço. E protesta de forma intrasigente. Surpresos com a reação, os canalhocratas afirmam que não é bem assim, que não sei o quê e etc e coisa e tals e reticências.

A diretoria do Itinga faz beicinho. A Petrobras diz que o negócio (quase escrevi negociata) independe do defunto. Mas, estranhamente, lança nova nota pública informando que a empresa espera o desfecho entre as partes. Que partes, cara pálida?  

E a chibança tem novo e asqueroso capítulo sob a intermediação da Federação Bahiana de Futebol. Depois de um dia inteiro de promíscuas atividades, a Diretoria do Vitória abre as pernas. Os dirigentes do Itinga fazem doce e, de modo humilhante, recusam a doação.   

 

Deste caldo contaminado, parece (eu disse parece) resultar que não haverá a doação do Santuário.

Eis o triste enredo de uma ordinária novela que envolveu chantagem, uso da máquina pública para beneficiar entidades privadas e até envolvimento de uma poderosa e multinacional estatal.

Pois muito bem.  Apesar do péssimo roteiro, dos atores canastrões e de outras mumunhas mais, não podemos nunca esquecer  esta  história – até mesmo para que ela não se repita mais adiante como farsa.

 

Boas noites –se é que é possível dormir com um barulho desse.  

Agora, vai

setembro 4, 2008

Este rouco locutor, que vos sopra profecias e protestos, estava decidido a não mais retornar ao batente até que esta dança de rato envolvendo o Santuário Ecológico Manoel Barradas chegasse ao fim. Nem mesmo as reiteradas ameaças do temido Conselho Editorial desta impoluta emissora faziam efeito. Inflexivelmente de LUTO estava e assim permaneceria até o desenrolar desta chibança inescrupulosa que os sabidinhos estão querendo nos vender como acordo comercial.   

Então por que diabos, Françuel, o senhor está rabiscando estas mal digitadas, pergunta-me a impaciente torcedora? Seguinte, minha comadre. Mudei de idéia depois que vi o seguinte e abalizado comentário do ouvinte Victor Linhares Souza. Ouça também.

A GENTE VAI SER CAMPEÃO, CARALHO!
ONTEM EU VI!
Até então, a campanha era idêntica ao do primeiro turno, mas se assim permanecesse nós terminaríamos o campeonato em 6º lugar, como naquela fase.
Agora, finalmente, os erros estão expostos de forma clara. A partir de então, a cada rodada, o time ira melhorar. E, com uma arrancada final melhor que as de Phelps, o Vitória vai brocar
!”.

Palavras da salvação.

Desde milinoventos e lascou a boca que eu não escutava algo tão sensato.   Por isso, voltei. E retornei para fazer côro com Victor. E dizer que,  depois daquela patifaria de ontem à noite na Vila Belmiro, nada mais será como antes.

Por isso, vou complementar o grito de guerra de Victor, chamando nosso técnico às falas.  

Mancini, encoste seu ouvido aqui nesta emissora e ouça este bom conselho: você tem que avisar aos seus comandados que os próximos dez, doze dias serão Sopa de Tamanco. Pau Puro. Quem quer continuar e sagrar-se campeão, fica. Aqueles que estão com a cabeça na casa do caralho, é melhor abrir o querosene o quanto antes.

Além disso, Mancini, faça o favor de encerrar esta sua xibungagem com Marco Aurélio. Não tenho mais como lhe defender aqui no Nordeste de Amaralina.

Porém, em verdade vos digo: as mudanças, meu caro, não devem ficar restritas à lateral-direita (ala é a puta que o pariu). Na esquerda, Marcelo Cordeiro tem que ser chamado às falas. Ou joga sério ou cede o lugar para Daniel.

No meio, Renan tem que se aprumar. O que ele fez ontem nos 45 minutos iniciais não se faz nem em baba de menino de playground. Outra alteração necessária e fundamental é a substituição de Ramon por Leandro Domingues, que, ao contrário do previsto, está afim de jogo.  

Tem que mudar também no ataque porque não é possível continuar da forma atual. As orientações para este setor, porém, só serão proferidas na próxima e extraordinária edição desta impoluta e combativa emissora.

Hoje, chega. O telefone tá caro, vou desligar, já falei demais, obrigado pela atenção.

LUTO

setembro 2, 2008

 

 

 

 

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Proposta de Mudança Constitucional

setembro 1, 2008

A longa ausência deste impoluto locutor nesta não menos impoluta tribuna tem a seguinte e plausível explicação: estava realizando uma fundamental  reflexão sobre a nobre arte do ludopédio em relação a princípios constitucionais (Sim. Não espalhem, mas de quando em vez tenho o mau costume de pensar). 
Pois muito bem. Depois de me raciocinar todo, cheguei à conclusão de que deveria ocorrer uma mudança na Constituição Federal para incrementar a seguinte e severa penalidade: surra de cansanção misturada com urtiga em todos os jogadores, comissão técnica e dirigentes de equipes que decidam matracar um jogo da forma como o Ipatinga fez contra o Vitória no último sábado. Não é possível que uma lambança daquelas fique impune.

Além disso, no artigo primeiro, parágrafo único, ficaria estabelecido um castigo ainda maior para assopradores de apito coniventes com tais práticas, a exemplo do sacana do último sábado. Que carioca filho da puta (desculpem-me pela redundância) é este Péricles Não sei das Quantas? 

O referido sacripanta permitiu que o timinho ordinário de Minas Gerais, mesmo estando na lanterna do certame, jogasse sem o mínimo aceitável de brio, de vergonha na cara. Era como se o empate lhes servisse para alguma coisa, além do prolongamento desta indecência que ruboriza a todos.

Amigos, em verdade vos digo: desde meados da década de 80, quando parei de assistir aos jogos do Redenção e do Estrela do Março, não via uma equipe tão covarde quanto esta agremiação do glorioso Vale do Aço. Que timinho ordinário.

Portanto, não é possível que jogadores – se é que aqueles moleques podem receber este nome – matraquem o jogo daquele jeito e não sejam punidos pelo árbitro. Cansanção e urtiga é pouco. Time murrinha que faz cera sem parar e enoja o baba daquela forma deveria ir direto para o xilindró, sem direito a habeas corpus

Revoguem-se as disposições em contrário.

 

Bom. Encerrada esta aula de Direito e Tolerância, é mister registrar que uma equipe que quer (e vai) ser campeã brasileira tem a obrigação de se impor diante de tais adversidades. A perda de dois pontos para o empatinga dentro de casa é inaceitável. 

Ao Esporte Clube Vitória – quando não for possível fazer valer a superioridade técnica, como no último sábado -, cabe partir para cima e decidir o jogo na tora, na força de vontade. Urge uma mudança de atitude. E, para isso, também é preciso que a torcida mude de postura. Tem que voltar a incentivar o time durante os 90 minutos. Não é compreensível que algumas almas sebosas influenciem o comportamento dos torcedores do Rubro-Negro e acabem influenciando o desempenho da equipe.
Setembro chegou e é hora da boa-nova aparecer nos campos e nas arquibancadas.

Umbora, rebain de miséeera